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6º Leilão de Petróleo da União deve comercializar mais de 100 milhões de barris, maior volume da história

O 6º Leilão de Petróleo da União, anunciado durante do Fórum Técnico da PPSA 2025, realizado em 10/12, está previsto para 29 de julho de 2026, na B3, em São Paulo, e deverá marcar um novo recorde ao ofertar mais de 100 milhões de barris de petróleo, o maior volume já disponibilizado em certames desse tipo. O pré-edital do leilão tem publicação prevista para abril de 2026.

Para 2026, a expectativa é de uma receita superior a R$ 20,6 bilhões, com volume estimado em cerca de 100 milhões de barris negociados, reforçando a relevância do certame para o setor de óleo e gás e para a geração de receitas públicas. A iniciativa amplia as oportunidades de mercado e contribui para a previsibilidade do planejamento energético nacional.

O leilão será realizado pela PPSA, estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), responsável pela gestão dos contratos de partilha da produção e pela comercialização do petróleo do gás natural da União no Pré-Sal.

*Com informações da PPSA

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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NACIONAL

Conheça os biocombustíveis presentes na matriz energética brasileira


Os biocombustíveis são produzidos a partir de matérias-primas renováveis. Entre os principais exemplos estão o etanol, obtido principalmente da cana-de-açúcar e do milho, e o biodiesel, produzido a partir de óleos vegetais, gorduras animais e outras fontes.

Com uma trajetória de várias décadas no uso dessas fontes de energia, o Brasil desenvolve políticas e tecnologias relacionadas aos biocombustíveis desde os anos 1970. Atualmente, esses combustíveis integram a matriz energética nacional e estão presentes no abastecimento de veículos em todo o país.

Diversas matérias-primas podem ser utilizadas na produção de biocombustíveis, entre elas cana-de-açúcar, milho, soja, gorduras animais e resíduos orgânicos. Essa diversidade permite ampliar as possibilidades de produção em diferentes regiões e contribui para a oferta de fontes renováveis de energia.

No dia a dia, os biocombustíveis estão presentes na composição dos combustíveis comercializados no país. A gasolina recebe a adição de etanol anidro (30%), enquanto o diesel contém biodiesel (15%), em percentuais definidos pela legislação. Essas misturas fazem parte da estrutura de abastecimento e do consumo cotidiano de energia no território nacional.

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Embora o etanol e o biodiesel sejam atualmente os biocombustíveis com produção em larga escala e uso consolidado no Brasil, o país também conta com alternativas renováveis, como o biometano, o combustível sustentável de aviação (SAF) e o diesel verde (HVO). Essas tecnologias vêm sendo desenvolvidas e incorporadas gradualmente à matriz energética nacional, ampliando as possibilidades de utilização de combustíveis renováveis em diferentes modais de transporte e setores da economia.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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