MINISTÉRIO PÚBLICO MT

Protocolo Lixo Zero será implantado na Sede das Promotorias de Cuiabá

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) dará mais um passo decisivo rumo ao fortalecimento da sustentabilidade institucional. Na próxima sexta-feira (30), às 16h, no auditório da sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá, será lançada a etapa cultural do Protocolo Lixo Zero na unidade, que já recebeu toda a adequação necessária para a implementação das práticas de destinação correta de resíduos.A expansão ocorre após o projeto-piloto realizado na Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), que, em dezembro de 2025, conquistou o Selo Lixo Zero, certificação inédita no Ministério Público brasileiro. Na PGJ, o MPMT alcançou um desvio de 63% dos resíduos do aterro sanitário, indicador que supera o mínimo exigido de 50% pelo Instituto Lixo Zero Brasil. Com os residuários instalados e a estrutura da sede das Promotorias de Cuiabá preparada, esta nova fase marca o início do engajamento cultural da unidade, etapa essencial para consolidar novos hábitos, disseminar conhecimento e fortalecer a corresponsabilidade ambiental entre membros, servidores, residentes, estagiários e colaboradores. Assim como ocorreu na PGJ, o processo envolverá monitoramento, campanhas educativas, orientações sobre uso dos residuários e ações alinhadas aos cinco indicadores avaliados pelo Instituto Lixo Zero Brasil: redução e reuso, educação e conscientização, reciclagem, compostagem e ações sociais.Próximos passos – Após a implementação na sede das Promotorias de Cuiabá, o projeto será levado à sede das Promotorias de Justiça de Várzea Grande, dando continuidade ao cronograma de expansão.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Executor de advogado é condenado 33 anos de reclusão em Cuiabá

Alex Roberto de Queiroz Silva foi condenado, na quarta-feira (15), a 33 anos e 10 meses de reclusão, além de oito meses de detenção, em regime inicial fechado, pelo homicídio triplamente qualificado do advogado Renato Nery, ocorrido em Cuiabá, bem como pelos crimes de fraude processual qualificada e integração de organização criminosa. Durante o julgamento pelo Tribunal do Júri, o réu confessou a autoria do homicídio, mas negou ter integrado organização criminosa.O Conselho de Sentença acolheu a tese sustentada pelo promotor de Justiça Rodrigo Ribeiro Domingues e reconheceu que o homicídio foi praticado mediante promessa de recompensa, com emprego de meio que resultou perigo comum e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.Alex Roberto de Queiroz Silva foi o primeiro dos seis denunciados a ser submetido a julgamento pela morte do advogado, ocorrida em julho de 2024. Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), ele atuou como executor do homicídio, efetuando os disparos contra Renato Nery em frente ao escritório da vítima, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá. O crime teria sido cometido sob a coordenação do policial militar Heron Teixeira Pena Vieira, também denunciado pelo Ministério Público.As investigações conduzidas pelo Núcleo de Defesa da Vida apontaram que o assassinato foi precedido pelo monitoramento da rotina da vítima e por um planejamento prévio. Segundo o MPMT, a execução ocorreu em razão de uma disputa judicial em que Renato Nery havia obtido decisão favorável no litígio, circunstância apontada como motivação para o crime.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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