MATO GROSSO
Dupla humorística Nico e Lau lança curta-metragem com apoio do Governo de MT
Aos 60 anos, 45 deles vividos a dois, os personagens Nicolina e Laurenço apresentam personalidades e anseios distintos. A obra usa e abusa do humor para conversar com o público sobre amor, conflitos na vida a dois e temas contemporâneos como empoderamento feminino, autoconhecimento e quebra de tabus sociais.
Além dos atores Lioniê Vitório e Justino Astrevo, que interpretam o casal protagonista Nicolina e Laurenço, participam da produção os atores Romeu Benedicto, Amarílis França, Eloá Pimenta, Mazé Oliveira e Danielle Souziel. Ainda há participações especiais de Lucas Gabriel Santana, Vini Hoffmann e Sophie Campos.
“O projeto é cinema nacional com elementos da cultura popular. A comédia ficcional é livremente inspirada na comédia da vida real. Há Nicolinas e Laureços em seus ‘rolacionamentos’ quase perfeitos por toda parte, em diferentes sotaques Brasil afora. Então, vamos retratá-los no cinema!”, explica J. Astrevo, autor do roteiro.
O curta-metragem tem direção geral de Luiz Marchetti, direção de fotografia de Keydson Barcelos e produção executiva de Marcelo Okamura. Daniela Arantes e Priscila Pires assinam a assistência de direção e produção, respectivamente. A trilha original criada por Estela Ceregatti e Jhon Stuart mistura ritmos regionais com o universal, fortalecendo o arco narrativo, junto com obras de artistas visuais renomados do Estado.
“Um rolacionamento quase perfeito” é um filme da Nico e Lau Filmes, viabilizado por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Paulo Araújo executada pela Secel. Mais informações sobre o lançamento pelos telefones (65) 3627 1244 / (65) 99975 5513.
Espetáculo Jantar![]()
A programação no Cine Teatro Cuiabá conta também com a peça “Jantar”, do Coletivo Spectrolab. Serão quatro sessões, sendo duas no sábado (02.03) e mais duas no domingo (03.03), às 18h e às 20h.
O espetáculo se inspira na lenda do “Capelobo”, criatura meio humana, meio tamanduá-bandeira, para destacar certos aspectos de uma sociedade localizada na região central do Brasil.
Para desenvolver cenas que simbolizam elementos culturais e ambientais da Amazônia brasileira, como animais, personagens folclóricos, questões relacionadas à mineração e tecnologia, o Coletivo utiliza materiais eletrônicos residuais que são transformados em máscaras e fantoches.
A apresentação ocorre na Sala Anderson Flores, que fica no andar superior do equipamento cultural da Secel. Os ingressos são vendidos na bilheteria do Cine Teatro Cuiabá ou pelo site www.spectrolab.art.br.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande
O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.
Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.
“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.
O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.
Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.
Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.
“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.
(Com informações da Assessoria)
Fonte: Governo MT – MT
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