MATO GROSSO
Cerca de duas mil vagas de emprego são ofertadas pelo Sine em Mato Grosso esta semana
O maior número de vagas está localizado na região Sul do estado, principalmente nas cidades de Primavera do Leste (256), Rondonópolis (213) e Juscimeira (115). Das 256 vagas ofertadas no município de Primavera do Leste, a maioria (60) é para trabalhar na avicultura de postura, seguido de auxiliar de linha de produção (36), atendente de lojas (15), ajudante de obras (15), entre outras.
Já em Rondonópolis, as ocupações com mais vagas sendo ofertadas são de servente de pedreiro (40), pedreiro (34), auxiliar de operação (31), e auxiliar de linha de produção (17). Em Juscimeira, as principais colocações são de auxiliar de produção (50), desossador (20), retalhador de carne (20) e magarefe (10).
Em Nova Mutum, município localizado a 240 quilômetros de Cuiabá, estão sendo ofertadas 175 vagas, sendo que destas 150 são para operador de processo de produção; 12 para auxiliar de linha de produção, 4 para operação de tráfego, 3 para vendedor no comércio de mercadorias, entre outras.
Para Cuiabá e Várzea Grande estão sendo ofertadas 199 vagas para diversas áreas e diferentes níveis de formação, sendo 55 exclusivas para PCD. Das vagas para PCD, 40 são para atendente de telemarketing, 6 para atendente de lojas e mercados, duas para auxiliar administrativo, duas para operador de caixa entre outras. Em relação às outras vagas, as ocupações são para auxiliar de linha de produção (29), servente de obras (12), ajudante de carga e descarga de mercadoria (6), estoquista (6), operador de caixa (6), atendente de balcão de café (4), promotor de vendas (4), serralheiro (4), entre outras.
Outras vagas são ofertadas para as cidades de Água Boa (69), Alta Floresta (70), Alto Araguaia (47), Alto Taquari (32), Barra do Garças (62), Brasnorte (4), Cáceres (35), Campo Novo do Parecis (94), Campo Verde (74), Canarana (34), Colíder (81), Diamantino (3), Guarantã do Norte (20), Jaciara (47), Juara (10), Juína (40), Lucas do Rio Verde (104), Pontes e Lacerda (43), Sapezal (1), Sinop (132), Sorriso (99) e Tangará da Serra (34).
Quem tiver interesse também pode verificar as vagas ofertadas acessando o portal http://empregabrasil.mte.gov.br/.
Atendimento
Além do trabalho de intermediação de mão de obra, o Sine realiza serviço de habilitação do seguro desemprego, atendimento orientado sobre a utilização da Carteira de Trabalho Digital e Previdência Social. É preciso verificar na unidade a disponibilidade das vagas, que são ofertadas diariamente.
Os interessados devem comparecer aos postos de atendimento, portando documentos pessoais e comprovante de residência, facilitando os trâmites do atendimento. Procure os postos mais próximos de sua residência.
Confira a relação das vagas de emprego em anexo.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Sema monitora mais de 400 planos de manejo em execução no estado de Mato Grosso
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) monitora, atualmente, 402 planos de manejos autorizados e em execução. O Estado possui 5,2 milhões de hectares em áreas de manejo e a meta é chegar até 6,5 milhões até 2040.
Nesta quinta-feira (25.6), equipes do órgão ambiental participaram de uma imersão prática na Fazenda Leonel Bedin, em Ipiranga do Norte, onde cerca de 150 pessoas acompanharam em campo as etapas do manejo em uma área de 300 hectares.
A atividade integrou a programação da 6ª edição do Dia na Floresta, promovida pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem).
“Quando nós olhamos para as áreas de manejo, a incidência é de menos de 10% de desmatamentos posteriores e também não há incidência de incêndios florestais porque essas áreas possuem acessos e mantém toda uma estrutura”, destacou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.
Ela explicou que o manejo florestal não se confunde com a supressão de vegetação. “A incidência de ilegalidade nos desmatamentos é superior do que em manejo florestais sustentáveis”, assegurou.
No manejo florestal, conforme a secretária, existem critérios a serem seguidos para o levantamento florestal e realização do inventário dos indivíduos existentes na área contemplada no projeto de manejo. A partir desses dados e levando em consideração a renovação da floresta, é estabelecida uma matriz com a indicação do quanto é possível ser extraído do manejo.
“O Brasil tem critérios técnicos muito mais especializados do que em os outros países, que não possuem um regramento que faça uma composição que considera a especificidade de cada área. Em Mato Grosso nós possuímos várias matrizes, pois as regiões são diferentes. Mas ao final, todos esses critérios levam para o objetivo principal que é manter a floresta para o novo ciclo”, ressaltou Lazzaretti.
O processo para autorização do manejo florestal, segundo a secretária, começa com a elaboração do projeto pelo empreendedor. O órgão ambiental recebe todos os dados de forma digital, com 100% do inventariado e georreferenciado.
Na sequência, os dados são analisados pelos técnicos que atuam no licenciamento e se tudo estiver de acordo com a legislação, inclusive o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado, a Sema emite a autorização de exploração florestal.
“Com a emissão da autorização, nós temos uma estrutura de monitoramento e passamos a confrontar as imagens de área que nós temos com a exploração que acontece em campo e com a comercialização desses produtos no nosso sistema Sisflora 2.0, que acompanha o corte, a secção, o transporte e o comércio de todo o produto florestal deste manejo”, explicou.
Segundo a secretária, o monitoramento contínuo permite ao órgão ambiental acompanhar se a exploração está ocorrendo exatamente onde foi autorizada e se a árvore que foi cortada e informada no sistema é compatível com a que foi apresentada no projeto.
Para o presidente do Cipem, Gleisson Tagliari, o manejo representa um compromisso de longo prazo com a manutenção da floresta em pé, capaz de manter a área produtiva e preservada nas décadas seguintes.
“Quando você faz manejo florestal, assume um compromisso de garantir que aquela propriedade permaneça com floresta e que, daqui a 25 ou 30 anos, exista um novo ciclo de madeira. Ou seja, você promove também a conservação das nossas florestas. Levar esse conhecimento adiante traz mais credibilidade, mais visibilidade e gera mais confiança sobre o trabalho desenvolvido pelo setor”.
Nas áreas de manejo, o corte das árvores é feito de maneira seletiva, respeitando o ciclo de vida dos indivíduos. Árvores que já cumpriram o seu papel na natureza são colhidas de forma estratégica, minimizando o impacto ambiental e dando espaço para que suas filhas possam crescer para proliferação da espécie.
Imersão na floresta
Durante a trilha técnica, os participantes percorreram trechos da floresta acompanhados por especialistas. A atividade contou com apoio tecnológico do aplicativo Madereiro, G2R Soluções tecnológicas, que fornece em tempo real o mapa da área, árvores catalogadas e a classificação das espécies por um sistema de cores.
Fechando o ciclo, os participantes visitaram a Madeireira São Miguel, em Sinop, para conhecer de perto as etapas da indústria, acompanhando a transformação de toras brutas em matéria-prima pronta para uso na construção civil, fabricação de móveis ou outros setores.
O Dia na Floresta 2026 contou com o apoio de diversas entidades, entre elas, a Sema, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec), Universidade Federal de Mato Grosso, Corpo de Bombeiros Militar, Associação Mato-grossense dos Engenheiros Florestais (AMEF) e vários sindicatos.
Fonte: Governo MT – MT
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