ECONOMIA

Selo Verde valorizará produtos brasileiros em mercados nacionais e internacionais a partir de 2026

Criado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o programa Selo Verde acaba de ganhar diretrizes gerais da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que estabelece as bases para a certificação de produtos brasileiros sustentáveis. Com a conclusão dessa etapa do projeto na quinta-feira (18), o programa segue para ser implementado até junho de 2026.

Entre os vários benefícios oferecidos pelo Selo Verde, destaca-se a possibilidade de um melhor posicionamento de produtos e serviços sustentáveis brasileiros em mercados nacionais e internacionais, uma vez que certificações dessa natureza tendem a contar com maior confiança em cenários marcados por barreiras comerciais e crises climáticas cada vez mais severas.

Nos próximos meses, comitês técnicos deverão elaborar normas específicas para os dois produtos selecionados para encabeçar o lançamento do Selo Verde: chapas laminadas de alumínio e polímeros de eteno renovável, estes últimos base para produção de sacolas, filmes e outros produtos fabricados com plástico convencional.

“Esse trabalho nos permitirá sair da fase de discussão para a implementação do Selo Verde, de modo a vermos os impactos dessa política pública na ponta, fomentando a sustentabilidade e reconhecendo as empresas que caminham nesse sentido”, afirmou a secretária de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do MDIC, Julia Cruz.

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Para o presidente da ABNT, Mário William Esper, o Selo Verde será uma peça fundamental para a política industrial. “É uma norma estratégica, que busca minimizar impactos negativos e maximizar impactos positivos nas dimensões ambientais, sociais e econômicas, com critérios claros e verificáveis de sustentabilidade e que também fortalecem as compras públicas sustentáveis, ampliando impactos positivos em toda a cadeia produtiva”, resumiu.

O Selo Verde tem como objetivo a criação de diretrizes nacionais que promovam a certificação e normalização de produtos e serviços sustentáveis, de modo a oferecer um referencial para que empresas de qualquer porte, localização e segmento econômico possam demonstrar seu compromisso com a sustentabilidade. Entre suas diretrizes, estão o fortalecimento da agenda ASG (Ambiental, Social e Governança) e da economia circular, além de promover a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE).

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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ECONOMIA

Nova política do audiovisual brasileiro é debatida por ministro do MDIC

O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, participou nesta segunda-feira (25/5), no Rio de Janeiro (RJ), de encontro sobre a nova política de incentivo para o Audiovisual Brasileiro. O evento organizado pela Federação da Industria e comercio do Audiovisual (FICA) reuniu representantes do setor produtivo, instituições de fomento e integrantes do governo federal para discutir medidas estruturantes voltadas ao fortalecimento da indústria audiovisual no país.

Durante o encontro, Márcio Elias Rosa reforçou que o governo federal trabalha na construção de uma política estruturante para fortalecer a cadeia audiovisual brasileira.

“O audiovisual não é apenas cultura. É também indústria, geração de emprego, inovação, exportação e desenvolvimento econômico. O presidente Lula compreende a importância estratégica dessa cadeia produtiva e criou condições para que o Brasil tenha uma política estruturante para o setor, com crédito, financiamento, exportação, combate à pirataria e fortalecimento da produção nacional”, afirmou o ministro do MDIC.

Márcio Elias Rosa destacou que a política está alinhada às diretrizes da Nova Indústria Brasil (NIB) e está sendo construída em diálogo com diferentes segmentos da cadeia produtiva.

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“O Brasil precisa de uma indústria moderna, inovadora, sustentável e capaz de disputar mercados internacionais. O audiovisual faz parte dessa transformação e precisa ser tratado como atividade econômica estratégica para o desenvolvimento nacional”, concluiu.

Participaram do encontro a presidente da Federação da Indústria e Comércio do Audiovisual (FICA), Walkiria Barbosa, e o secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do MDIC, Uallace Moreira Lima, e o presidente da ABDI, Olavo Neto.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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