CUIABÁ

Vereador Demilson Nogueira destaca necessidade de ampliar parcerias para fortalecer as finanças de Cuiabá

Andressa Sales – Assessoria vereador Demilson Nogueira&nbsp

O vereador Demilson Nogueira chamou atenção para a situação fiscal do município e destacou que as dívidas de Cuiabá já ultrapassam R$ 2 bilhões, conforme acompanhamento da execução orçamentária. Segundo ele, boa parte do orçamento está comprometida com despesas obrigatórias, o que limita os investimentos em outras áreas essenciais.
“As dívidas de Cuiabá são muitas, hoje, na ordem de 2 bilhões. A saúde consome mais de 1 bilhão do orçamento e a educação chega a 900 milhões. Só aí já estamos falando de 2 bilhões de reais e 400 milhões, dentro de um orçamento de 3 bilhões e 800 milhões. O cobertor começa a ficar curto”, destacou Demilson.
O vereador explicou que a Constituição Federal exige um mínimo de 15% de aplicação em saúde, mas Cuiabá chega a gastar entre 27% e 30%. “Isso engessa o orçamento e dificulta que o município avance em outras áreas, como infraestrutura, folha de pagamento e encargos”, avaliou.
“Com recurso próprio, dá para fazer só o arroz com feijão. Por isso, o prefeito precisa buscar mais apoio do Governo do Estado e da União. É assim que se consegue alavancar as situações que precisam ser resolvidas”, reforçou.
Demilson Nogueira também reconheceu o esforço do governo estadual, que tem realizado grandes obras em Cuiabá, como a duplicação da MT-010 e o rodoanel, ambas com recursos estaduais.
“O dinheiro do &nbspEstado está bombando. O governador Mauro Mendes promoveu uma grande recuperação do estado. Mato Grosso está servindo bem a Cuiabá — e quanto mais vier, melhor. Até porque tudo converge para a nossa capital”, concluiu o vereador.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.

A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.

A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.

“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.

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O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.

“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.

A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.

Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.

A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.

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O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.

Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.

O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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