CUIABÁ

Promotor reconhece que Prefeitura de Cuiabá adquiriu medicamentos, realizou seletivo e concurso público para Saúde

O Ministério Público Estadual (MPE), por meio do promotor de justiça Milton Mattos, da 7ª Vara de Promotoria de Justiça Civil, reconheceu durante entrevista realizada hoje (20), para o Programa Tribuna,  a execução do Plano de Ação da Prefeitura de Cuiabá, com medidas para curto, médio e longo prazo, vinha sendo fielmente cumprido.

Elencou ao programa, que entre as ações imediatas, a Prefeitura de Cuiabá já havia realizado a aquisição de medicamentos (no valor de R$ 4 milhões), além de realizar processo seletivo exclusivo para contratação de 385 médicos e concurso público com mais de duas mil vagas para Saúde Pública.

“Eu assumi há pouco mais de 40 dias a Promotoria, e conversei com o ex-secretário Guilherme Salomão, com o ex-diretor-geral, Paulo Rós, da Empresa Cuiabana de Saúde Pública. O  contato foi muito bom, foram prestativos. O Município realizou o seletivo e já existia o processo de compra de medicamentos. Hoje, a interventora, está nomeando esses profissionais e dando andamento nas ações já existentes”, declarou. 

Ele ainda ponderou que é necessária a manutenção do diálogo entre Estado e Município, evitando assim que a população seja penalizada.

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“É preciso que se faça a gestão compartilhada entre o Estado e Município. Hoje, com a intervenção, vemos o remanejamento de equipamentos de hospitais regionais para a capital, o que antes não ocorreu.  O município de Cuiabá faz o serviço em tese que é do Estado, o de alta complexidade. O município recebe para isso, porém,  a sua responsabilidade é pela atenção primária e secundária. Os hospitais regionais, que estão sendo construídos pelo Estado irão servir  as demandas de alta complexidade”, destacou. 

O promotor Milton Mattos enfatizou que o antigo Pronto-Socorro, dispõem de um corpo clínico excelente com profissionais concursados, além de estrutura necessária para o funcionamento de UTIs. 

Sobre as cirurgias eletivas, o promotor pontuou que a situação se agravou na pandemia, em 2020, que acarretou na suspensão dos procedimentos. Mediante a retomada das ações, quase um ano depois, é uma atribuição do Município e Estado fazer a regulação. 

“Todos os municípios têm que analisar a sua fila de espera. Acredito que para resolver o problema o Estado e municípios têm que procurar a iniciativa privada para a realização dos serviços no intuito de zerar a fila de espera”, ressaltou. 

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Plano de Ação do Município de Cuiabá 

O Plano de Ação da Prefeitura de Cuiabá foi apresentado em 13 de janeiro. Para suprir a demanda por médicos,  a Prefeitura de Cuiabá realizou o processo seletivo simplificado exclusivo com 385 vagas, mas não se registrou o preenchimento do número total ofertado. Foram 224 inscritos e 80 aprovados. Entre os classificados, 40 são para o cargo de clínico geral, 25 para o cargo de clínico geral APS (Atenção Primária à Saúde), 14 emergencistas e 1 pediatra. Além do concurso público, realizado em 29 de janeiro e cujo resultado será divulgado em 14 de abril.

Em relação aos medicamentos, a SMS adquiriu nos últimos meses, por meio do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Rio Cuiabá (CISVARC), RS 1.729,500 que já começaram a chegar ao Centro de Distribuição de Medicamentos e Insumos de Cuiabá – CDMIC, além de já ter cerca de R$ 2,3 milhões com ordem de compra. Esses produtos são para a Atenção Básica, Secundária e Terciária, abastecendo toda a rede municipal de saúde.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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CUIABÁ

Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.

A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.

A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.

“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.

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O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.

“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.

A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.

Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.

A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.

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O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.

Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.

O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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