CUIABÁ

IPTU 2023: Prefeitura prorroga para 1º de junho pagamento da cota única com desconto de 10% ou da 1ª parcela

A Prefeitura de Cuiabá informa que o pagamento em cota única com desconto de 10% e a data para o parcelamento (em oito parcelas) do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) 2023 foi prorrogado para 1º de junho. A ampliação do prazo atende a inúmeros pedidos de servidores públicos e estaduais.

A medida de prorrogação será publicada na edição da Gazeta Municipal de terça-feira (23), por meio de Decreto Municipal 9.660/2023 que dispõe sobre a regulamentação do lançamento, cobrança e a forma de pagamento do IPTU 2023 alterando o Decreto 9.608, de 20 de abril de 2023.

Mediante a normativa, para os contribuintes que optarem pela divisão em em oito vezes, as parcelas vencerão conforme as datas especificadas no quadro abaixo:

(Cota Única ou 1ª parcela) – 01/06/2023

2ª parcela- 19/06/2023
3ª parcela- 19/07/2023
4ª parcela- 19/08/2023
5ª parcela- 19/09/2023
6ª parcela- 19/10/2023
7ª parcela- 19/11/2023
8ª parcela- 19/12/2023

Para emissão das guias e ou Carnê Digital, basta acessar o site oficial da Prefeitura de Cuiabá: https://www.cuiaba.mt.gov.br. Através do ícone do IPTU, no lado direito do Portal, os contribuintes conseguem emitir as guias (em caso de parcelamento) de uma só vez.

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As guias emitidas via Carnê Digital poderão ser pagas no Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Casas Lotéricas. Após impressão só será possível realizar o pagamento após duas horas da sua emissão, conforme procedimento de registro bancário.

Para pagamentos em outros bancos, faz-se necessário emitir as guias de cada mês. Além dessas opções, os contribuintes contam também com a opção via pix, basta clicar no ícone disponível no site.
Para realizar a emissão de Guias pela internet, é necessário selecionar o tipo de cadastro. Tratando-se do IPTU, basta clicar no ícone Cadastro Imobiliário e informar o número da Inscrição Municipal para localizar o cadastro. Após isso, o próximo passo é clicar em avançar para ter acesso ao extrato das guias, tanto referentes ao Exercício 2023, como de anos anteriores.
Para àqueles que não têm acesso à internet, equipes especializadas estão disponíveis na unidade do Centro de Atendimento ao Contribuinte (Ciac), situado à Rua Barão de Melgaço, das 08 às 17h. Bem como, nas Lojas de Atendimento ao Contribuinte (Lac) Norte e Sul.
Para obter mais informações:

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Centro Integrado de Atendimento ao Contribuinte – CIAC – Rua Barão de Melgaço, 3814 – Centro Norte, Cuiabá – MT, 78005-300);

Loja de Atendimento ao Cidadão (LAC Sul): Rodovia Palmiro Paes de Barros, S/nº (acesso a Santo Antônio de Leverger).

LAC Norte: Espaço no Ganha Tempo CPA;

E-mail: [email protected]

Telefones do IPTU – Telefone – (65) 3317-5616

Whatsapp – (65) 99226-0758

Emissão de guia – Whatsapp – (65) 99206-3609

Veja abaixo o Decreto na íntegra:

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Abilio sobe o tom e diz que Amauri foi para a Espanha após pagar R$ 21 milhões e “deixar a gente se ferrando” na Educação

Prefeito afirma que ex-secretário priorizou pagamento milionário de material didático enquanto escolas enfrentavam falta de manutenção, limpeza e problemas estruturais em Cuiabá

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), elevou o tom contra o ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, e expôs publicamente o racha entre os dois após denúncias envolvendo pagamentos milionários dentro da Secretaria Municipal de Educação.

Durante entrevista nesta quinta-feira (29), Abilio afirmou que Amauri priorizou o pagamento de R$ 21 milhões em materiais didáticos enquanto escolas da rede municipal enfrentavam problemas estruturais, falta de manutenção e dificuldades operacionais às vésperas do início do ano letivo.

O prefeito também criticou o fato de o ex-secretário ter viajado para a Espanha logo após o pagamento ser realizado.

“Pagou R$ 21 milhões, foi para a Espanha e deixou a gente se ferrando para arrumar as escolas antes da volta às aulas”, disparou Abilio.

Segundo o chefe do Executivo municipal, o pagamento integral do contrato ocorreu em janeiro, período em que diversas unidades escolares ainda enfrentavam problemas relacionados à limpeza, manutenção predial, transporte escolar e fornecimento de materiais básicos.

Abilio afirmou que o valor poderia ter sido parcelado ao longo do ano para preservar recursos destinados às prioridades emergenciais da Educação.

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“Você tinha prioridade para pagar alimentação, transporte escolar, professor, manutenção escolar e material de limpeza. Não precisava pagar R$ 21 milhões de uma vez só. Poderia parcelar ao longo do ano”, declarou.

As declarações surgem após Amauri Monge afirmar, durante pronunciamento na Câmara Municipal, que deixou a Secretaria ao perceber um “colapso” financeiro na Educação e acusar a atual gestão de transformar denúncias em “cortina de fumaça” para esconder supostas irregularidades fiscais superiores a R$ 100 milhões.

Ao responder as críticas, Abilio negou que a saída do ex-secretário tenha ocorrido por problemas financeiros na gestão e afirmou que os dois tiveram embates diretos sobre decisões administrativas tomadas dentro da pasta.

“Eu e ele sabemos que não foi por isso. Tivemos discussões justamente sobre esse pagamento de R$ 21 milhões. Isso mexeu muito comigo porque as escolas precisavam de limpeza, manutenção e construtoras estavam sem receber”, afirmou.

O prefeito ainda revelou que a relação de confiança entre ele e Amauri teria sido profundamente desgastada após os episódios envolvendo os pagamentos milionários.

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“Ele sentiu que minha confiança nele estava sendo rompida. A saída dele foi muito mais pela minha discordância com algumas decisões do que por qualquer colapso financeiro”, completou.

Apesar do tom duro, Abilio reconheceu a capacidade técnica do ex-secretário, mas reforçou que algumas decisões tomadas na Educação foram equivocadas e agora serão analisadas pela Controladoria do Município.

A crise na Educação de Cuiabá ganhou novos capítulos nos últimos dias após denúncias envolvendo contratos milionários, suspeitas de irregularidades em compras de materiais didáticos e pedidos de abertura de CPI na Câmara Municipal para investigar a gestão da pasta.

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