CUIABÁ

Conselho Municipal de Políticas Públicas sobre Drogas realiza ações de conscientização e suporte à população de Cuiabá

O Conselho Municipal de Políticas Públicas sobre Drogas (COMPOD), por meio da Prefeitura de Cuiabá, realizou, na manhã desta terça-feira (27), diversas ações voltadas ao público atendido pelo Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP), casas de acolhimento e comunidades terapêuticas. O evento faz parte da programação da 1ª Semana Municipal de Políticas sobre Drogas e tem como objetivo conscientizar a população sobre os riscos e consequências do uso de entorpecentes, além de oferecer suporte por meio de debates, palestras e atividades educativas. A programação seguirá até a próxima quinta-feira (29), tendo como tema deste ano “Oportunidades que Transformam”.

Os serviços oferecidos aos participantes incluíram a van do Sine da Gente, que integra o programa Pra Frente Cuiabá, coordenado pela Secretaria de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico. A van levou serviços como balcão de empregos, cadastro e captação de vagas do comércio local, Carteira de Trabalho Digital e orientação no Seguro de Desemprego. Além disso, o Instituto Lions da Visão realizou atendimento, assim como o Consultório de Rua do Município. O público também teve acesso a serviços de corte de cabelo, maquiagem e ao cabide solidário. Também foram disponibilizados os serviços de cartório, Cadastro Único, Defensoria Pública e Politec.

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“Estamos na Semana Nacional de Políticas sobre Drogas, e o assunto é grave e pouco temos a comemorar, mas é uma semana que nos chama à reflexão e provoca todos os instrumentos que cuidam diretamente do avanço, consumo, cooperação e inserção do usuário de drogas na sociedade. Estamos realizando essa abertura no poder legislativo para ampliar esse assunto para toda a sociedade e oferecer uma oportunidade aos usuários, pois é possível viver sem drogas. Também queremos atingir o público infantil, criando uma maior resistência ao uso e destacando os malefícios que as drogas causam na vida das pessoas. Falamos sobre os danos e o trabalho de recuperação de alguém que está dependente. O tema abrange completamente todas as esferas: política, econômica, social e outras. Há muito tempo sou um combatente das drogas e do tráfico. Quando fui comandante da Polícia Militar, criamos o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) para combater esse mal”, comentou Leovaldo Sales, secretário de Ordem Pública e presidente do Conselho Municipal de Políticas Públicas sobre Drogas (COMPOD).

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Estiveram presentes representando as demais secretarias: Failse Cibele da Silva, coordenadora de Proteção Social Básica, da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, e Débora Marques Vilar, secretária-adjunta municipal de Educação de Cuiabá.

COMPOD é parte de um sistema nacional de políticas públicas e tem como finalidade orientar as atividades relacionadas ao esforço nacional de prevenção ao uso, tratamento, reabilitação e reinserção social do usuário, bem como combater o tráfico de drogas, dedicando-se plenamente a ações referentes à redução da demanda de drogas.

Programação:

28 /06 Palestras nas Escolas Municipais

Escola Municipal Darcy Ribeiro

Escola Municipal Ranulfo Paes de Barros

Horário: Período matutino e vespertino

29/06 – Evento no Cine Teatro

Local: Cine Teatro

Exibição de filme/vídeo

Horário: 8h às 10h30

Programação:

Apresentação Cultural

Exibição de filme

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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