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Podcast “Pensar Agro” entrevista Donato Aranda sobre o futuro dos biocombustíveis

O podcast “Pensar Agro”, apresentado por Isan Rezende, traz uma conversa imperdível com Donato Aranda, uma das maiores autoridades em química verde e biocombustíveis. Engenheiro químico, doutor, professor e pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Aranda é também consultor técnico da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio) e Comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico. Reconhecido internacionalmente, ele compartilha seus conhecimentos sobre o futuro dos biocombustíveis no Brasil e no mundo.

Neste episódio, Donato Aranda aborda as novas fontes de energia limpa para os modais de transporte aéreo, marítimo, ferroviário e rodoviário, destacando o papel crucial do Brasil na transição energética. Com seu vasto conhecimento, Aranda expõe as desvantagens dos combustíveis fósseis, conhecidos por serem poluentes e cancerígenos, e enfatiza o potencial do país na produção de etanol, biodiesel e bioquerosene.

Assista:

Fonte: Pensar Agro

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Zarc do milho é atualizado com nova classificação de solos e séries climáticas

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho grão foi atualizado. As portarias com os novos zoneamentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10).

A atualização contempla revisão da classificação dos solos por capacidade de água disponível e atualização das séries históricas do clima. As alterações refletem, sobretudo, a crescente variabilidade climática e o aumento da frequência de ocorrência de eventos extremos nos últimos anos, como secas e excesso de chuvas. 

Para o cálculo do risco são utilizadas séries de 30 anos de dados meteorológicos, incluindo temperaturas máxima, mínima e média, precipitação e evapotranspiração de referência. Também são considerados parâmetros relacionados à cultura e às características dos solos.

Classes de águas disponíveis 

O estudo passa a utilizar seis classes de água disponível no solo, que variam de AD1 (baixa retenção) a AD6 (alta retenção de água), substituindo a classificação anteriormente baseada em três grupos de solos.

Segundo pesquisadores da Embrapa responsáveis pelos estudos do Zarc, a classificação por água disponível permite caracterizar de forma mais detalhada as condições dos diferentes ambientes de produção. A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.

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Base climática

A atualização também incorpora novos dados meteorológicos às séries históricas utilizadas nos estudos, incluindo informações de chuva e temperatura provenientes de um número ampliado de estações meteorológicas.

As informações são utilizadas na definição das épocas de semeadura com menor risco climático para a cultura, considerando as condições observadas nas diferentes regiões produtoras do país.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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