AGRONEGÓCIO

Em evento internacional, Mapa apresenta as iniciativas e inovações que auxiliam no desenvolvimento sustentável da agropecuária brasileira

As ações voltadas à sustentabilidade e à segurança alimentar e as boas práticas na produção agropecuária brasileiras, fomentadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), ganharam destaque na 55ª Reunião Anual do Conselho de Governadores do Banco de Desenvolvimento do Caribe (BDC), que ocorreu em Brasília, no dia 12 de junho.

Organizado pelo Financial Times em parceria com o Conselho de Pesquisa Agrícola Internacional (CGIAR)e o CDB o evento reuniu líderes governamentais, técnicos e representantes de instituições financeiras internacionais e do setor agrícola para avaliar os desafios e as oportunidades, de maneira a impulsionar a implementação de iniciativas que venham a contribuir com a segurança alimentar no Caribe e demais países da América Central.

O secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo do Mapa, Pedro Neto, em sua fala durante o painel Global Food Security in a Changing Climate, destacou o Plano Setorial para Agropecuária Brasileira (ABC+), que por mais de uma década vem contribuindo com a transição sustentável na agropecuária brasileira.

Neto deu destaque, ainda, ao programa nacional de fomento à industrialização, chamado Nova Indústria Brasil, cuja missão é expandir as agroindústrias no país e as Agrotech, startups e empresas que desenvolvem soluções tecnológicas, otimizando a produção agrícola desde o cultivo até a comercialização.

Leia Também:  Abertura de mercado para produtos cárneos do Brasil para o Azerbaijão

“Temos um país com diferentes biomas e realidades diversas. As estratégias que utilizamos vão além de propor uma transição sustentável, são focadas na transferência de conhecimento e novas tecnologias. Entendemos que é preciso reconhecer as necessidades do produtor e, a partir daí, dar condições técnicas e econômicas para que ele promova a mudança”, finalizou o secretário.

De acordo com o presidente do BDC, Daniel Best, a troca de saberes e experiências com o Brasil e o acesso a financiamentos são estratégias importantes para o avanço da segurança alimentar e o desenvolvimento sustentável da agricultura no Caribe e na América Central, que têm realidades semelhantes.

Informação à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

Propaganda

AGRONEGÓCIO

Zarc do milho é atualizado com nova classificação de solos e séries climáticas

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho grão foi atualizado. As portarias com os novos zoneamentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10).

A atualização contempla revisão da classificação dos solos por capacidade de água disponível e atualização das séries históricas do clima. As alterações refletem, sobretudo, a crescente variabilidade climática e o aumento da frequência de ocorrência de eventos extremos nos últimos anos, como secas e excesso de chuvas. 

Para o cálculo do risco são utilizadas séries de 30 anos de dados meteorológicos, incluindo temperaturas máxima, mínima e média, precipitação e evapotranspiração de referência. Também são considerados parâmetros relacionados à cultura e às características dos solos.

Classes de águas disponíveis 

O estudo passa a utilizar seis classes de água disponível no solo, que variam de AD1 (baixa retenção) a AD6 (alta retenção de água), substituindo a classificação anteriormente baseada em três grupos de solos.

Segundo pesquisadores da Embrapa responsáveis pelos estudos do Zarc, a classificação por água disponível permite caracterizar de forma mais detalhada as condições dos diferentes ambientes de produção. A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.

Leia Também:  Safra recorde de milho impulsiona investimentos e geração de empregos

Base climática

A atualização também incorpora novos dados meteorológicos às séries históricas utilizadas nos estudos, incluindo informações de chuva e temperatura provenientes de um número ampliado de estações meteorológicas.

As informações são utilizadas na definição das épocas de semeadura com menor risco climático para a cultura, considerando as condições observadas nas diferentes regiões produtoras do país.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA