AGRONEGÓCIO

Demanda elevada garante preço médio da carne de frango em fevereiro

O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) informou nesta sexta-feira (23.02) que, embora tenha ocorrido uma queda nos preços da carne de frango na segunda metade do mês, o aumento na procura pela proteína na primeira quinzena de fevereiro assegurou uma elevação no preço médio mensal do produto.

Apesar dessa recente redução, a média de preços ainda reflete um acréscimo de 2,7% em relação a janeiro, cotada a R$ 7,22 por quilo. A observação vem do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), parte da renomada Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq/USP), que se dedica a analisar as flutuações do mercado.

Os especialistas do Cepea indicam que essa correção nos preços durante a segunda metade do mês é uma resposta à capacidade financeira mais limitada da população brasileira, um fenômeno comum que influencia o comportamento do mercado. Este ajuste reflete as dinâmicas do consumo interno, onde, após um período de elevação nos preços, é natural observar uma retração conforme o mês avança e o poder de compra dos consumidores se mostra mais restrito.

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Essa análise detalhada do Cepea evidencia a volatilidade do mercado de carnes no Brasil, destacando a importância de monitorar as tendências de preços para entender melhor as oscilações econômicas que afetam diretamente produtores, varejistas e consumidores. A instituição, com seu histórico de pesquisa aplicada, oferece insights valiosos sobre as forças que moldam o setor agropecuário nacional, contribuindo para estratégias de mercado mais informadas e eficazes.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Zarc do milho é atualizado com nova classificação de solos e séries climáticas

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho grão foi atualizado. As portarias com os novos zoneamentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10).

A atualização contempla revisão da classificação dos solos por capacidade de água disponível e atualização das séries históricas do clima. As alterações refletem, sobretudo, a crescente variabilidade climática e o aumento da frequência de ocorrência de eventos extremos nos últimos anos, como secas e excesso de chuvas. 

Para o cálculo do risco são utilizadas séries de 30 anos de dados meteorológicos, incluindo temperaturas máxima, mínima e média, precipitação e evapotranspiração de referência. Também são considerados parâmetros relacionados à cultura e às características dos solos.

Classes de águas disponíveis 

O estudo passa a utilizar seis classes de água disponível no solo, que variam de AD1 (baixa retenção) a AD6 (alta retenção de água), substituindo a classificação anteriormente baseada em três grupos de solos.

Segundo pesquisadores da Embrapa responsáveis pelos estudos do Zarc, a classificação por água disponível permite caracterizar de forma mais detalhada as condições dos diferentes ambientes de produção. A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.

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Base climática

A atualização também incorpora novos dados meteorológicos às séries históricas utilizadas nos estudos, incluindo informações de chuva e temperatura provenientes de um número ampliado de estações meteorológicas.

As informações são utilizadas na definição das épocas de semeadura com menor risco climático para a cultura, considerando as condições observadas nas diferentes regiões produtoras do país.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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