AGRONEGÓCIO

Delegação brasileira conhece sistemas produtivos angolanos

Completando a série de visitas técnicas na província de Malanje, a Missão do Agronegócio Brasileiro em Angola conheceu os sistemas produtivos da região em áreas de plantio direto, agricultura irrigada e pecuária de corte.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, a embaixadora do Brasil em Angola, Eugênia Barthelmess, e o secretário de Estado de Agricultura e Pecuária de Angola, Castro Paulino Camarada, lideraram a delegação brasileira nas visitas técnicas às fazendas Terras de Koló e Pungo Andongo nesta quarta-feira (7).

Na oportunidade, os brasileiros puderam conhecer e tirar dúvidas sobre as características do solo, clima e da produtividade de diferentes atividades agropecuárias.

“Essa troca de conhecimento é a base para trabalharmos conjuntamente, com a aproximação do Sul Global, como determinou o presidente Lula, em ações que garantam a segurança alimentar e nutricional da população”, explicou o ministro.

Capitaneada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a missão do agronegócio brasileiro em Angola segue para a província de Cuanza-Norte nesta quinta-feira (8).

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIO

Zarc do milho é atualizado com nova classificação de solos e séries climáticas

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho grão foi atualizado. As portarias com os novos zoneamentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10).

A atualização contempla revisão da classificação dos solos por capacidade de água disponível e atualização das séries históricas do clima. As alterações refletem, sobretudo, a crescente variabilidade climática e o aumento da frequência de ocorrência de eventos extremos nos últimos anos, como secas e excesso de chuvas. 

Para o cálculo do risco são utilizadas séries de 30 anos de dados meteorológicos, incluindo temperaturas máxima, mínima e média, precipitação e evapotranspiração de referência. Também são considerados parâmetros relacionados à cultura e às características dos solos.

Classes de águas disponíveis 

O estudo passa a utilizar seis classes de água disponível no solo, que variam de AD1 (baixa retenção) a AD6 (alta retenção de água), substituindo a classificação anteriormente baseada em três grupos de solos.

Segundo pesquisadores da Embrapa responsáveis pelos estudos do Zarc, a classificação por água disponível permite caracterizar de forma mais detalhada as condições dos diferentes ambientes de produção. A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.

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Base climática

A atualização também incorpora novos dados meteorológicos às séries históricas utilizadas nos estudos, incluindo informações de chuva e temperatura provenientes de um número ampliado de estações meteorológicas.

As informações são utilizadas na definição das épocas de semeadura com menor risco climático para a cultura, considerando as condições observadas nas diferentes regiões produtoras do país.

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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