AGRONEGÓCIO

Cartilha traz orientações atualizadas sobre energia solar e biogás


O Sistema FAEP/SENAR-PR desenvolveu a cartilha “Energias renováveis no campo”, que será distribuída gratuitamente de forma física aos produtores rurais de todo o Paraná e que já está disponível na versão digital (para acessá-la, clique aqui). O material se consolida como um guia da mini e microgeração de energia, com informações atualizadas sobre energia solar fovoltaica e biogás. Na prática, a publicação fornece subsídios técnicos para ajudar o agricultor e o pecuarista a tomarem decisões relacionadas a investimentos na área energética.

“Todas as atividades agropecuárias podem se beneficiar da geração própria de energias elétrica e térmica a partir de fontes renováveis, como a solar e biogás. No meio rural, as cadeias mais intensivas no uso de energia elétrica para a produção, como avicultura, pecuária de leite, suinocultura e piscicultura, conseguem reduzir custos e, consequentemente, obter retorno mais rápido sobre o investimento adotando sistemas de energia renovável. A economia pode contribuir para o aumento da margem de lucro da atividade, acarretando na sustentabilidade do negócio”, destaca o presidente do Sistema FAEP/SENAR-PR, Ágide Meneguette.

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Integralmente desenvolvido pelo Sistema FAEP/SENAR-PR, o material é abrangente. Esmiúça a legislação do setor, trazendo suas principais definições e pontos, consolidados pelo recém-sancionado Marco Legal da Geração Distribuída (Lei 14.300/2022). Além disso, a cartilha detalha ações do Sistema FAEP/SENAR-PR, que vêm contribuindo para disseminar a adoção de fontes de renováveis por parte de produtores rurais paranaenses.

A publicação também explica a fundo – inclusive por meio de infográficos detalhados – o funcionamento e as vantagens de usinas fotovoltaicas, nos sistemas on-grid (conectadas à rede da distribuidora de energia) e off-grid (em que a energia é armazenada diretamente em baterias, na propriedade). Do mesmo modo, a cartilha ilustra como se dá a produção de biogás a partir de resíduos orgânicos provenientes da pecuária – como dejetos de animais. O guia também contempla mapas que apontam onde estão as usinas fotovoltaicas e de biogás instaladas no Paraná.

Em outro capítulo, o guia apresenta exemplos concretos de produtores rurais que instalaram usinas fotovoltaicas e/ou de biogás em suas respectivas propriedades, trazendo o volume de energia gerada em cada projeto e o total economizado com a energia elétrica que deixou
de ser consumida. O material traz, ainda, informações atualizadas o Programa Renova Paraná, que estimula a implantação de painéis fotovoltaicos ou de usinas de biogás, por meio da equalização das taxas de juros.

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Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

Estado responde por 57,5% das exportações brasileiras de milho na safra 2024/25

Mato Grosso exportou 24,35 milhões de toneladas de milho na safra 2024/25 e manteve a liderança nacional nos embarques do cereal. O volume representa 57,48% de tudo o que foi vendido pelo Brasil ao mercado externo durante a temporada.

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e foram analisados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Na comparação com a safra anterior, as exportações mato-grossenses aumentaram 2,34%. O desempenho confirma o peso do Estado no comércio internacional de milho, sustentado pela produção em grande escala e pela procura de compradores estrangeiros.

Em todo o País, os embarques chegaram a 42,38 milhões de toneladas, crescimento de 11,88% sobre a temporada anterior. Mais da metade desse volume saiu de Mato Grosso.

O Egito foi o principal destino do milho mato-grossense na safra. O país comprou 5,43 milhões de toneladas, alta de 40,37% em relação ao ciclo anterior.

O Irã ficou na segunda posição, com a aquisição de 3,10 milhões de toneladas. O volume representa crescimento de 25,44% na comparação anual.

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Na terceira colocação apareceu o Vietnã, que importou 2,76 milhões de toneladas. As compras do país recuaram 9,61%, mas o mercado vietnamita permaneceu entre os mais importantes para os produtores de Mato Grosso.

Juntos, Egito, Irã e Vietnã adquiriram 11,29 milhões de toneladas. A quantidade corresponde a 46,4% de todo o milho exportado pelo Estado na temporada.

Com o encerramento dos embarques referentes à safra 2024/25, a atenção do mercado se volta agora para o ciclo 2025/26. Segundo o Imea, as vendas da nova temporada devem ganhar força à medida que a colheita avançar nas principais regiões produtoras.

O ritmo das exportações dependerá do tamanho da produção, dos preços internacionais, da demanda dos países compradores e das condições de transporte até os portos. Mato Grosso, no entanto, inicia o novo ciclo mantendo a posição de principal origem do milho brasileiro vendido ao exterior.

Fonte: Pensar Agro

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