AGRONEGÓCIO
Alta do milho reduz poder de compra dos suinocultores
Em outubro, os suinocultores brasileiros enfrentaram uma queda no poder de compra, após oito meses consecutivos de estabilidade. O cenário é consequência da forte valorização do milho no mercado doméstico, insumo essencial para a produção de suínos, cujos preços têm aumentado mesmo com o avanço da semeadura e a previsão de chuvas nas regiões produtoras.
Especialistas apontam que a alta do milho é impulsionada pela retenção de vendas por parte dos produtores e pela busca de compradores para recompor estoques. Na parcial deste mês, o preço do suíno vivo é negociado a uma média de R$ 8,97/kg, apresentando um leve aumento de 0,3% em relação a setembro. Essa elevação modesta indica um equilíbrio entre a oferta e a demanda no setor.
No mercado de milho, o Indicador Esalq/BM&FBovespa registrou uma média de R$ 67,40/saca de 60 kg na parcial de outubro, o que representa uma alta expressiva de 7,7% em comparação ao mês anterior. Essa valorização acentua a pressão sobre os custos de produção, levando os suinocultores a reavaliar suas margens de lucro.
Em diferentes regiões do Brasil, os preços do suíno vivo apresentaram variações. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o preço se manteve estável em R$ 8,46/kg, enquanto em Minas Gerais, houve uma alta de 0,56%, alcançando R$ 9,03/kg. O Paraná registrou um aumento de 0,22%, com o preço atingindo R$ 8,91/kg, e em Santa Catarina, o incremento foi de 0,93%, fechando em R$ 8,70/kg. Em São Paulo, o preço subiu 1,87%, encerrando o mês em R$ 9,25/kg.
Fonte: Pensar Agro
AGRONEGÓCIO
Mapa participa da FHA 2026 e promove alimentos brasileiros no Sudeste Asiático
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), participou da FHA – Food & Hospitality Asia 2026, realizada entre os dias 21 e 24 de abril, no Singapore Expo, em Singapura.
Considerada uma das principais vitrines de alimentos e hospitalidade do Sudeste Asiático, a feira reúne empresas, compradores, distribuidores e representantes do setor de diversos países. O evento funciona como plataforma para apresentação de produtos, prospecção de negócios e fortalecimento de relações comerciais com mercados internacionais.
No Pavilhão Brasil, 13 empresas apresentaram produtos representativos da pauta exportadora do agronegócio nacional, incluindo proteína animal, cafés, açaí, bebidas e alimentos processados. A participação teve como objetivo evidenciar a diversidade e a qualidade da produção brasileira, além de ampliar o contato entre empresas nacionais e compradores da região.
A presença brasileira na FHA contou com a participação do adido agrícola do Brasil em Singapura, Luiz Caruso, e reforçou a posição do país como porta de entrada para mercados estratégicos da Ásia.
A partir de Singapura, empresas brasileiras podem se conectar a destinos como Indonésia, Vietnã, Tailândia, Malásia e Filipinas, ampliando as oportunidades para os produtos agropecuários brasileiros.
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