AGRONEGÓCIO

Abertura de mercado para farinhas de origem animal do Brasil para o México

O governo brasileiro e o governo do México concluíram negociação sanitária para que o Brasil exporte farinhas de origem animal (de bovinos e de suínos) para aquele país.

Com cerca de 130 milhões de habitantes e a segunda maior economia da América Latina, atrás apenas do Brasil, o México é um importante parceiro comercial do agronegócio brasileiro. Entre janeiro de 2023 e julho de 2025, o México importou US$ 7,7 bilhões em produtos agropecuários do Brasil, com destaque para soja, café e proteína animal.

Esta nova abertura representa uma oportunidade para produtores e exportadores brasileiros do setor de reciclagem animal, uma vez que o México é um grande importador desses produtos.

Com este anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 417 aberturas de mercado, em 71 destinos, desde o início de 2023.

Esses resultados são fruto do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIO

Zarc do milho é atualizado com nova classificação de solos e séries climáticas

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho grão foi atualizado. As portarias com os novos zoneamentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10).

A atualização contempla revisão da classificação dos solos por capacidade de água disponível e atualização das séries históricas do clima. As alterações refletem, sobretudo, a crescente variabilidade climática e o aumento da frequência de ocorrência de eventos extremos nos últimos anos, como secas e excesso de chuvas. 

Para o cálculo do risco são utilizadas séries de 30 anos de dados meteorológicos, incluindo temperaturas máxima, mínima e média, precipitação e evapotranspiração de referência. Também são considerados parâmetros relacionados à cultura e às características dos solos.

Classes de águas disponíveis 

O estudo passa a utilizar seis classes de água disponível no solo, que variam de AD1 (baixa retenção) a AD6 (alta retenção de água), substituindo a classificação anteriormente baseada em três grupos de solos.

Segundo pesquisadores da Embrapa responsáveis pelos estudos do Zarc, a classificação por água disponível permite caracterizar de forma mais detalhada as condições dos diferentes ambientes de produção. A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.

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Base climática

A atualização também incorpora novos dados meteorológicos às séries históricas utilizadas nos estudos, incluindo informações de chuva e temperatura provenientes de um número ampliado de estações meteorológicas.

As informações são utilizadas na definição das épocas de semeadura com menor risco climático para a cultura, considerando as condições observadas nas diferentes regiões produtoras do país.

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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