NACIONAL

Turismo brasileiro cria 86 mil empregos formais em um ano e ultrapassa 2,4 milhões de trabalhadores no setor

Após registrar recordes de passageiros na aviação doméstica e na chegada e gastos de turistas internacionais, o turismo brasileiro segue celebrando excelentes resultados em 2026. Agora, o setor também comemora avanços na geração de empregos, reforçando seu papel como um dos protagonistas da economia brasileira. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), de março de 2026, revelam que, em um ano, o setor criou 86.826 postos de trabalho com carteira assinada, totalizando 2.404.921 trabalhadores no setor.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, celebrou os bons números e destacou o bom momento que o setor vive em 2026. “São sucessivas estatísticas e indicadores que colocam o turismo como setor essencial na geração de riqueza para o país e de renda para a população. Só temos a comemorar! Isso mostra que estamos no caminho certo. O turismo ganhou destaque no governo Lula e segue em constante ritmo de crescimento”, afirmou Gustavo Feliciano.

O resultado é ainda mais positivo quando analisado o comparativo mensal. Em março de 2025, o saldo de empregos formais criados (diferença entre admissões e demissões) foi negativo em 7.118 postos de trabalho, ou seja, mais desligamentos do que contratações. Na época, o total de trabalhadores empregados no turismo era de 2.318.095 pessoas. Já em março deste ano, o saldo foi positivo em 7.959 empregos.

“São mais vagas criadas, o que demonstra o crescimento sustentável do setor. O turismo tem sido um dos principais motores da economia brasileira”, celebrou o ministro.

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No trimestre, o saldo também é mais positivo este ano. De janeiro a março, foram criadas 11.570 vagas, número maior em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram gerados 6.589 empregos.

Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e analisa os números de ocupações formais em oito atividades características do turismo: alojamento, alimentação, transporte (terrestre, aquaviário e aéreo), aluguel de transporte, agências de viagem, e cultura e lazer.

Setores que mais se destacaram

Comparando os primeiros trimestres de 2025 e 2026, a alimentação foi a atividade com maior saldo de um ano para o outro, com 44.618 vínculos adicionais (resultado final da diferença entre o total de admissões e demissões, somando os dois períodos).

Na sequência, aparecem alojamento, com 13.386 vagas criadas, e transporte terrestre, com 11.142 empregos.

Bons números

O turismo brasileiro acumula alta em todos os indicadores em 2026.

  • Turismo de negócios: Faturamento de R$ 1,47 bilhão em março (31% maior que o valor contabilizado no mesmo período do ano anterior, de R$ 1,12 bilhão). No primeiro trimestre o faturamento foi de R$ 3,57 bilhões (12% maior que os R$ 3,17 bilhões registrados em março de 2025 e o maior da série histórica, iniciada em 2022). Os dados são da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp).
  • Gastos de turistas estrangeiros: Foram gastos R$ 16 bilhões entre janeiro e março (crescimento de 12% em relação aos valores movimentados no primeiro trimestre do ano passado, que somaram R$ 14,2 bilhões). Considerando apenas o mês de março, houve aumento de 0,43% em relação ao mesmo período de 2025, quando as receitas foram de R$ 4,62 bilhões. Os dados são do Banco Central.
  • Passageiros em voos domésticos: Foram 25,2 milhões de passageiros, de janeiro a março deste ano (6,17% maior que no mesmo período do ano passado, quando 23,7 milhões de pessoas voaram pelo Brasil). Março: 8 milhões de passageiros (1,3% maior que as 7,9 milhões de pessoas que voaram pelo país em março do ano passado). Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
  • Turistas internacionais: Em março, 1,05 milhão de turistas vieram de outros países (aumento de 13% na comparação com o mesmo mês de 2025). Nos três primeiros meses do ano, o país registrou 3,742 milhões de chegadas de turistas internacionais, número superior ao do primeiro trimestre do ano passado, que registrou a chegada de 3,739 milhões de turistas. Recorde histórico, tanto para março quanto para o primeiro trimestre. Os dados são do Ministério do Turismo, Polícia Federal e Embratur.
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Por Marco Guimarães e João Alberto Pedrini
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Último dia de inscrição no Enare para área profissional de saúde

Termina nesta quarta-feira, 15 de julho, as inscrições para participar do Exame Nacional de Residência (Enare) 2026/2027 em Área Profissional de Saúde nas modalidades uni e multiprofissionais. O procedimento deve ser realizado no portal do processo seletivo. Nesta edição, 158 instituições ofertam mais de 5,9 mil vagas distribuídas em todas as regiões do país. A taxa de inscrição é de R$ 220 para todas as profissões contempladas pelo certame. 

Para participar, é necessário que o candidato seja graduado em uma das áreas da saúde com vagas disponíveis e que possua registro ativo ou provisório no respectivo conselho de classe da sua profissão. As provas ocorrerão em 13 de setembro. 

O Enare oferta vagas em programas de residências para as seguintes formações: biologia; biomedicina; educação física; enfermagem; farmácia; física médica; fisioterapia; fonoaudiologia; medicina veterinária; nutrição; odontologia; psicologia; saúde coletiva; serviço social; terapia ocupacional. Mais informações sobre o processo seletivo estão disponíveis no portal oficial do Enare. O edital completo pode ser acessado neste link.  

Enare – Organizado pela HU-Brasil, o exame tem um sistema de classificação semelhante ao que é visto no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em que é utilizado o Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Na residência em Área Profissional da Saúde – Multiprofissional e Uniprofissional, o candidato é avaliado primeiro e, depois, escolhe a especialidade e a instituição desejadas. Já na residência médica, o candidato se inscreve em uma especialidade e, posteriormente, escolhe a instituição onde deseja atuar. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da HU-Brasil 

Fonte: Ministério da Educação

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