MATO GROSSO

Fapemat é destaque na 1ª edição da Revista em Rede Confap

O Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) lançou a primeira edição da revista Ciência em Rede CONFAP, publicação que reúne experiências bem-sucedidas de pesquisas científicas e soluções tecnológicas apoiadas pelas fundações estaduais em diferentes regiões do país. A iniciativa integra as comemorações pelos 20 anos do Conselho e busca aproximar a produção científica da sociedade, ao mesmo tempo em que evidencia o papel estratégico da articulação entre as FAPs – Fundações de Apoio à Pesquisas, parceiros nacionais e internacionais ao longo das últimas duas décadas.

O lançamento ocorreu durante a abertura do 71º Fórum Nacional CONFAP, , realizado no auditório Ayuru, no Aipana Plaza Hotel, em Boa Vista, com transmissão ao vivo pelo canal oficial do YouTube do CONFAP.

Revista Ciência em Rede CONFAP


Idealizada por um grupo de trabalho formado por assessores de comunicação das FAPs e do Conselho, a revista contará com três edições em 2026, e apresentará à sociedade reportagens sobre casos de sucesso de iniciativas fomentadas pelas 27 Fundações, além de artigos de opinião de parceiros do Conselho que abordarão ações estratégicas e as contribuições da CT&I para o desenvolvimento social, econômico e sustentável do país.

Primeira edição

Nesta edição inaugural, a revista apresenta ao público reportagens de casos de sucesso fomentados por oito Fundações, das cinco regiões do país: FAPDF (Distrito Federal), Fapemat (Mato Grosso), Fapema (Maranhão), Fapepi (Piauí), Fapesca (Pará), Faperr (Roraima), Fapes (Espírito Santo) e Fapesc (Santa Catarina).

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Além dos casos de sucesso apoiados pelas FAPs, teve destaque nesta edição a Iniciativa Amazônia+10, uma aliança coordenada pelo Confap, com apoio de parceiros nacionais e internacionais, voltada à ampliação do financiamento à pesquisa e à inovação na Amazônia Legal.

A revista também apresenta um artigo sobre a atuação da área de Cooperação Internacional do Confap, responsável por conectar iniciativas internacionais de CT&I às FAPs e aos pesquisadores brasileiros, ampliando oportunidades de colaboração científica e tecnológica.

Para esta primeira edição da revista, o Conselho convidou a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, que escreveu um artigo de opinião sobre a atuação do Governo Federal em articulação com os sistemas estaduais de CT&I, além do papel estratégico das FAPs no fortalecimento do ecossistema nacional de CT&I.

Para o presidente do Confap, Marcel do Nascimento Botelho, a revista simboliza um marco na história do Conselho, e ao apresentar à sociedade casos de sucesso de iniciativas fomentadas pelas FAPs, a publicação contribuirá para o fortalecimento da divulgação e popularização da ciência, da tecnologia e da inovação no país:

“A revista Ciência em Rede CONFAP nasce em um momento muito especial para o Conselho, que celebra 20 anos de história em 2026. Ao longo dessas duas décadas, o Confap tem desempenhado um papel relevante no fortalecimento da CT&I no Brasil, por meio da articulação das 27 Fundações vinculadas e de iniciativas estratégicas com parceiros nacionais e internacionais. A revista será um importante meio de comunicação para apresentar à sociedade brasileira alguns dos resultados concretos desse trabalho coletivo voltado ao fomento da CT&I nas cinco regiões do país”, destaca Marcel Botelho.

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O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso, Marcos de Sá Fernandes da Silva, destacou que “o lançamento da revista Ciência em Rede CONFAP representa um avanço importante na valorização da ciência produzida nos estados, ressaltando que a iniciativa fortalece a visibilidade das pesquisas apoiadas pelas FAPs e evidencia o impacto direto da ciência no desenvolvimento regional e nacional. Segundo ele, ao reunir casos de sucesso e experiências inovadoras de diferentes regiões, a publicação contribui para aproximar a sociedade do conhecimento científico e reforça o papel estratégico das fundações no fomento à ciência, tecnologia e inovação no Brasil”.

Para ler a 1ª edição da revista Ciência em Rede CONFAP clique aqui:

https://news.confap.org.br/wp-content/uploads/2026/03/REVISTA-CIENCIA-EM-REDE-CONFAP-1a-EDICAO-MARCO-DE-2026.pdf

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Sema embarga área por saneamento clandestino despejado em córrego de Mirassol D´Oeste

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) embargou uma área do município de Mirassol D´Oeste, por operação de sistema de saneamento clandestino, até que seja promovida a regularização ambiental. Durante a autuação, ocorrida na sexta-feira (17.4), os fiscais identificaram o local da escavação que permitiu a entrada de resíduos sólidos e líquidos brutos no sistema de drenagem pluvial, que deságua no Córrego André. Nesta quarta-feira (22), equipes da Sema voltam ao local para fazer a coleta em vários pontos no córrego para análise em laboratório.

Foi verificado também o descarte de resíduos no local oriundos do serviço de limpa fossa. A ação imediata, requerida pela Promotoria de Justiça da Comarca do município, contou com o auxílio da Polícia Militar Ambiental, por meio da 1ª Companhia Independente de Proteção Ambiental, e Polícia Militar de Mirassol D´Oeste.

De acordo com a Sema, a área já havia sido interditada. “A continuidade das atividades em uma área formalmente interditada configura crime de desobediência à ordem administrativa ambiental e reincidência específica, agravando a responsabilidade penal dos envolvidos”, destacou o diretor da Unidade da Sema em Cáceres, Luiz Sergio Garcia.

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Segundo ele, o documento e as provas colhidas serão encaminhados ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso e à Delegacia Especializada do Meio Ambiente para apuração no âmbito cível e criminal.

Além da coleta em vários pontos no córrego, será requerido ao município a elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), exigido pelo Sema e pelo Ministério Público para reparar danos ambientais, focando na reabilitação do meio físico e biótico (solo, fauna, flora), na qual envolve diagnóstico, ações de revegetação e monitoramento, visando a estabilidade ambiental da área.

A introdução de carga orgânica in natura em sistema clandestino provoca a degradação sistêmica do corpo hídrico, com reflexos diretos no Rio Jauru e na bacia do Rio Paraguai, comprometendo a biodiversidade e a saúde pública regional.

Fonte: Governo MT – MT

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