TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Especialista defende em palestra inovação como valor público voltado ao cidadão

Print de tela na horizontal que mostra uma videoconferência, na qual participam o professor Álvaro Gregório, a juíza Joseane Antunes e servidores do laboratório de inovação do Poder Judiciário de Mato Grosso.A defesa da inovação no setor público como uma capacidade institucional de buscar melhorias para a vida do cidadão foi a tônica da palestra on-line proferida nesta terça-feira (6) pelo professor doutor Álvaro Gregório, referência nacional no assunto, na abertura do projeto Diálogos Digitais em 2026, promovido pelo Laboratório de Inovação do Poder Judiciário de Mato Grosso (InovaJusMT).

Compartilhando um pouco da sua trajetória no ramo da inovação em governo e governo eletrônico, desde o final da década de 1980, Álvaro Gregório pontuou que a inovação, mais do que algo voltado à tecnologia, passou a ser vista pelo seu valor público, assim como uma competência, que deve ser desenvolvida não só pelo Estado, mas também pelos servidores públicos, envolvendo gerenciamento e cultura organizacional.

“Inovação é um valor percebido por quem usa. No setor privado visa o lucro, visa vendas, visa valorização de ações, mas, no setor público, a inovação ganha um ar de valor público. E a partir disso, a definição de inovação vem sendo divulgada para que todos saibam que ela passa a ser uma competência”, disse.

A palestra abordou diversos aspectos, como o arcabouço legal voltado à inovação no setor público, desde o Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação (Lei 10.973/2004) até a Lei de Governo Digital (Lei 14.129/2021), e também as resoluções e portarias para inovação no Poder Judiciário.

Trazendo vasto conteúdo sobre Inovação no Setor Público, Álvaro Gregório explicou o papel do governo na inovação; as capacidades técnicas, relacionais e adaptativas necessárias; as barreiras à inovação no setor público e os erros mais comuns na implantação de programas nessa área. Álvaro Gregório apontou ainda quais são as estruturas necessárias a uma instituição que queira passar pelo processo de inovação, quais as premissas para a inovação assertiva e qual o papel de lideranças e gestores em geral.

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Ao final de sua palestra, o professor Álvaro Gregório destacou a importância de buscar aprendizado contínuo, não somente na educação formal, mas em iniciativas como a proporcionada pelo Tribunal de Justiça. “É no debate que se aprende, é no diálogo que se aprende, é nessa prática. E o que eu vejo no laboratório de inovação liderado pela doutora Joseane é um entusiasmo, um profissionalismo, uma forma de entender o momento que achei muito segura e muito importante. […] Vocês foram buscar conhecimento, estão buscando conhecimento e não param, pois sabem que ele é contínuo. Então, esse debate alimenta a cultura e eu vejo com muita satisfação as iniciativas de vocês”, elogiou.

No evento on-line, que contou com a participação de cerca de 50 servidores do Judiciário estadual, bem como de integrantes da Rede InovaGov – que engloba os laboratórios de inovação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), da Justiça Federal e do Governo do Estado -, a coordenadora do InovaJusMT, juíza Joseane Quinto Antunes destacou o objetivo do projeto Diálogos Digitais. “Essa iniciativa busca fazer uma interlocução entre as áreas de inovação e as atividades jurisdicional e administrativa do nosso Tribunal, ou seja, trazer pessoas que têm uma bagagem sobre esses assuntos de grande relevância dentro do setor público e, assim, disseminar a cultura de inovação”, disse.

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A magistrada enalteceu ainda a participação do professor Álvaro Gregório no projeto. “Nada melhor do que uma pessoa destacada nesse papel para ser o nosso primeiro convidado de 2026. O professor Álvaro tem uma história muito importante na área da inovação. Nós o conhecemos através de cursos de Gestão da Inovação e estamos muito felizes por ele ter aceitado esse convite para estar conosco”, agradeceu.

A juíza Joseane Antunes aproveitou a oportunidade para convidar a todos os magistrados e servidores interessados em participar e contribuir com as ações do laboratório de inovação. O convite foi reforçado com a exibição de um vídeo institucional e com a disponibilização dos contatos do InovaJusMT. Confira:

E-mail: [email protected]

Engaje:https://engage.cloud.microsoft/main/org/tjmt.jus.br/groups/eyJfdHlwZSI6Ikdyb3VwIiwiaWQiOiIxNDU2MzAw…

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Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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