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Comarca de Sorriso debate efeitos da adultização infantojuvenil nas redes sociais

A segurança digital e a adultização infantojuvenil, fenômeno que expõe crianças e adolescentes a responsabilidades, comportamentos e conteúdos próprios do mundo adulto antes da hora, serão temas da palestra virtual “Proteja Seus Filhos no Digital: Desvende a Adultização Infantojuvenil”, organizada pela Comarca de Sorriso.

Idealizado pela juíza da Vara da Infância e Juventude de Sorriso, Emanuelle Chiaradia Navarro Mano, em parceria com a Casa da Amizade de Sorriso, o encontro online será realizado nesta quarta-feira (22), às 19h, pela plataforma Microsoft Teams.

O encontro contará com a participação do delegado da Polícia Judiciária Civil Ruy Peral, especialista em Inteligência Cibernética e Blindagem Virtual, que irá abordar os riscos da exposição precoce e orientar sobre medidas de proteção, alertando sobre maneiras de como o mundo digital afeta a infância e a adolescência.

O público-alvo inclui pais, professores, diretores de escola, conselheiros tutelares, equipes da assistência social, psicólogos e demais interessados em discutir a proteção de crianças e adolescentes.

“Este evento surgiu por meio de uma solicitação da Casa da Amizade e é uma oportunidade de debatermos este tema tão atual com um especialista. O delegado irá falar sobre como a adultização impacta a vida das crianças e adolescentes, além de trazer dicas práticas, baseadas na legislação, para proteger e orientar o público infantojuvenil. Todos estão convidados para essa conversa”, afirma a magistrada.

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Os interessados em participar podem se inscrever pelo link: https://forms.gle/qejV8HqtL7V14P5q6

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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