NACIONAL

MEC lança série de videoaulas em parceria com o YouTube

O Ministério da Educação (MEC) iniciou uma parceria com o YouTube para lançar uma série de videoaulas sobre redação voltadas ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O conteúdo publicado aborda desde a interpretação de textos até a construção da redação, em si, enfatizando o domínio das competências avaliadas no Enem. A série foi publicada nesta terça-feira, 21 de outubro, no canal do MEC e do YouTube Edu.

Segundo o ministro da Educação, Camilo Santana, a iniciativa reforça o compromisso do MEC em democratizar a preparação para o Enem, que cumpre um papel fundamental na promoção da inclusão e da igualdade de oportunidades no país. “O Enem é a maior porta para a educação superior no Brasil e representa um caminho de oportunidades para transformar vidas por meio da educação. A parceria com o YouTube é mais uma iniciativa do Ministério da Educação que surge como aliada a milhões de jovens em todo o país”.

As videoaulas foram gravadas com o professor Noslen Borges, o maior criador de conteúdo de língua portuguesa do Brasil e do mundo. São seis aulas elaboradas para apoiar os estudantes de todo o país que farão o Enem. A última aula do curso contou com a correção de uma redação que recebeu a nota máxima, mostrando como é feito o trabalho dos corretores do exame.

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Para ampliar as ferramentas que apoiam os estudantes nos estudos para o Enem, neste mês, o MEC lançou também a Cartilha do Participante 2025 e a plataforma MEC Enem. O aplicativo é uma ferramenta gratuita e disponibiliza simulados; questões de provas anteriores; correção automatizada de redação por inteligência artificial; trilhas personalizadas de estudo; e assistente virtual para a organização do cronograma de preparação.

Aulão – No sábado (18), em São Bernardo do Campo (SP), o ministro Santana, acompanhado do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, participou de aulão para o Enem promovido em parceria com a Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP). A iniciativa é mais uma das ações do MEC para fortalecer a equidade educacional, estimulando o interesse pelo exame e oferecendo oportunidades concretas para os estudantes se prepararem para o ingresso na educação superior. O evento contou com aulas de física e redação, ministradas, respectivamente, pela professora Sônia Guimarães, primeira mulher negra doutora em física do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), e pela professora Lívia Eduarda, do cursinho popular Professora Clarice, em Salvador, além de intervenções de autoridades do Governo do Brasil.

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Assessoria de Comunicação Social do MEC

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

PDDE Equidade: prazo de adesão é ampliado até 10 de junho

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou até 10 de junho o prazo de adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola Equidade (PDDE Equidade). O anúncio foi feito nesta terça-feira, 2 de junho, durante webinário promovido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), com transmissão pelo canal do MEC no YouTube

Durante o evento, que reuniu gestores e representantes de redes de ensino de diversas regiões do Brasil, a equipe técnica do MEC respondeu dúvidas acerca do processo de adesão ao programa. A transmissão faz parte de uma série de webinários realizada com o objetivo de auxiliar estados, municípios e o Distrito Federal no preenchimento das informações e na utilização do sistema. 

“A gente sabe que o processo de adesão pode ser cheio de dúvidas, é um sistema novo para muita gente. Então, temos feito o possível para responder as dúvidas com maior brevidade”, explicou o coordenador-geral de Equidade Educacional do MEC, Caio Callegari. Após o encerramento do primeiro ciclo de adesões, o MEC realizará um segundo ciclo para novas escolas elegíveis. 

Em 2026, o PDDE Equidade contará com investimento de cerca de R$ 378,2 milhões, que serão distribuídos para aproximadamente 30 mil escolas públicas. A iniciativa destina recursos financeiros suplementares para as escolas públicas de educação básica, a fim de promover a melhoria das condições de oferta, da infraestrutura e da qualidade do ensino em contextos de maior vulnerabilidade social e educacional. 

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O programa é uma iniciativa do MEC em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Regulamentado pela Resolução nº 8, de 7 de maio de 2026, o PDDE Equidade tem como objetivo fortalecer a equidade educacional nas redes estaduais, municipais e do Distrito Federal. 

Mudanças – Em 2026, o programa manteve sua estrutura geral de funcionamento da descentralização orçamentária, mas adequou rotas, incluindo maior precisão na categorização da natureza da despesa; redução de desafios com a prestação de contas; aperfeiçoamento de critérios de elegibilidade e priorização de cada subprograma e eixo; e fortalecimento e monitoramento da política.  

Um dos ajustes nos critérios de elegibilidade diz respeito à ampliação do acesso institucional – incluindo Unidades Executoras (UEx) consorciadas e, também, a articulação com políticas estruturantes do MEC, como a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI), a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e o Novo Pronacampo.  

Em relação aos critérios de priorização, houve ajustes como a consideração do histórico de atendimento pelo programa, a fim de garantir que mais escolas, sobretudo aquelas que nunca receberam o recurso, sejam priorizadas, e a inclusão de indicador de priorização por vulnerabilidade educacional. Muitas dessas mudanças visam fortalecer o potencial redistributivo dos recursos, facilitar o recebimento dos repasses pelas escolas e qualificar a articulação de políticas de educação com equidade do MEC. 

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Contudo, o programa não mudou seus eixos principais: modelo de adesão; papéis e responsabilidades das escolas, redes e demais órgãos envolvidos; e valores repassados por escolas. 

Em decorrência da boa alocação de recursos no ano passado, com mais de 92% da execução financeira, o PDDE Equidade manteve seu orçamento de R$ 378,2 milhões, que serão distribuídos da seguinte maneira em 2026:  

  • PDDE Água, Campo e Agroecologia: R$ 93,0 milhões;    
  • PDDE Diversidades (considerando os eixos de educação bilíngue de surdos; educação de jovens e adultos; educação escolar indígena; educação escolar quilombola; educação para as relações étnico-raciais): R$ 84,9 milhões;     
  • PDDE Sala de Recursos Multifuncionais: R$ 200,3 milhões. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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