NACIONAL

Dia do Turismólogo: saiba um pouco mais de uma das profissões mais importantes ao crescimento do turismo brasileiro

“A escolha por turismo aconteceu depois de um sonho que tive com minha bisavó, em que ela me dizia para fazer turismo. Aquilo mexeu muito comigo e me deu a certeza de que era isso que eu tinha que fazer”. O sonho do Gustavo Assis, de 30 anos, foi definitivo para a escolha da carreira que seguiria. Atualmente, o turismólogo Gustavo atua na Coordenação-Geral de Produtos e Experiências Turísticas do Ministério do Turismo e celebra, assim como milhares de colegas da área, o Dia do Turismólogo, comemorado neste sábado (27.09).

A data reconhece o trabalho dos profissionais responsáveis por planejar, promover e tornar possíveis experiências de viagem e lazer que movimentam a economia brasileira, fortalecem a cultura nacional e aproximam as pessoas. No Ministério do Turismo, diversos turismólogos operam de forma estratégica na construção de políticas públicas para tornar o setor mais sustentável e inclusivo – e que vem se fortalecendo a cada ano.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, parabeniza os turismólogos pela data e enfatiza a contribuição dos profissionais ao desenvolvimento do ramo. “Eu parabenizo e reverencio todos os turismólogos do nosso país por esta data. A profissão é de extrema importância e relevância para que possamos impulsionar cada vez mais o turismo no Brasil, que vem batendo todos os recordes possíveis”, declara Sabino.

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Amanda Sena, turismóloga e colega de Gustavo Assis na Coordenação-Geral de Produtos e Experiências Turísticas do Ministério do Turismo, destaca a diversidade temática que envolve o setor. Para ela, o diálogo permanente com outras áreas possibilita não apenas aprender, mas também contribuir de diferentes formas.

“É com o olhar de turismólogo que pensamos no planejamento, na gestão e na administração, valorizando os aspectos naturais e históricos, ao mesmo tempo em que protegemos a cidade e as pessoas. Vejo a profissão como a base para um turismo mais justo, sustentável e responsável”, explica Amanda.

Já a turismóloga Laísa Alcântara, da mesma Coordenação de Gustavo e Amanda na Pasta, aponta o poder transformador do turismo. Com esse olhar, ela conta como o setor impacta o público de diversas maneiras: tanto os visitantes, que vivenciam experiências e criam memórias inesquecíveis, quanto os profissionais, que garantem sua renda a partir da atividade.

“A parte em que mais gosto de trabalhar aqui no Ministério do Turismo é justamente o impacto das nossas ações. Apesar de ser um trabalho de bastidor, estamos criando políticas públicas que afetam todo o país. Receber esse retorno é algo que me dá muita satisfação”, relata Laísa, que, assim como Amanda, orgulha-se de trabalhar no Ministério do Turismo e considera o trabalho no órgão a principal conquista de sua carreira profissional.

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DIA MUNDIAL DO TURISMO – A data de 27 de setembro também marca o Dia Mundial do Turismo, criada pela ONU em 1980 para reconhecer a importância de um dos setores econômicos que mais crescem e se transformam no planeta. Neste ano, sob o tema “Turismo e Transformação Sustentável”, a celebração ganha um significado especial ao Brasil: o país, que ocupa a presidência do Conselho Executivo da ONU Turismo, liderando as discussões globais sobre o futuro da atividade.

A cada ano, a comemoração convida a comunidade internacional a refletir sobre um tema diferente, e os três pilares de 2025 (governança, inovação e investimentos sustentáveis) dialogam diretamente com as prioridades do turismo moderno: um segmento mais inteligente, inclusivo e com menor impacto ambiental.

Por Marco Guimarães

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Escola Nacional de Hip-Hop é lançada em municípios alagoanos

O Ministério da Educação (MEC) participou, na sexta-feira, 12 de junho, do lançamento do Programa Escola Nacional de HipHop (H2E), na Escola Municipal de Educação Básica Pedro Pereira, localizada na Comunidade Quilombola Muquém, município de União dos Palmares (AL). A comunidade é considerada um espaço simbólico para a valorização da cultura negra no país.  

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões até 2027. O evento, organizado pela União dos Dirigentes Municipais de Educação de Alagoas (Undime/AL), teve como objetivo incentivar os prefeitos dos municípios alagoanos a aderirem ao programa, que busca a integração da cultura do hip-hop ao ensino básico como instrumento didático-pedagógico.  

Durante o lançamento, a secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do MEC, Zara Figueiredo, destacou a importância das ações voltadas à redução das desigualdades educacionais e raciais. “Tenho chamado atenção para a necessidade de as redes reduzirem as desigualdades de aprendizagem, sobretudo as desigualdades raciais. Esse território é um dos casos mais bem-sucedidos que nós temos. E, hoje, nós estamos aqui para falar sobre um elemento que eles já usam no currículo deles, que é o hip-hop”, afirmou. 

A Escola Nacional de Hip-Hop também se soma a outras entregas recentes do MEC voltadas ao fortalecimento da educação para as relações étnico-raciais. Em maio deste ano, a pasta lançou o Guia de Declaração Étnico-Racial para o Censo Escolar, material que orienta gestores e profissionais da educação sobre a coleta e o registro qualificado dessas informações nas escolas. 

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A iniciativa integra uma série de esforços do MEC para apoiar as redes de ensino na ampliação da qualidade dos dados educacionais. Como resultado, o percentual de estudantes com informação étnico-racial declarada passou de 76%, em 2023, para 90,1%, em 2025, ampliando a capacidade das redes de ensino de formular políticas públicas mais efetivas para a promoção da equidade. 

Destacam-se ainda o Diagnóstico Equidade, criado em 2024 para mapear a implementação da educação para as relações étnico-raciais (ERER), da educação escolar quilombola (EEQ) e da educação escolar indígena (EEI) nas redes públicas de ensino; bem como o Programa Dinheiro Direto na Escola Equidade (PDDE Equidade), que até o final de 2026 vai repassar R$ 115 milhões, via PDDE-Equidade ERER/EEQ, alcançando mais de 16 mil escolas em todo o país. 

Ainda nesse sentido, a pasta lançou os Cadernos de Gestão das Modalidades Escolares, com o objetivo de apoiar as redes na formulação, na implementação e no monitoramento de políticas, programas, processos e práticas de gestão para a promoção da equidade educacional; e os Protocolos de Identificação e Resposta ao Racismo, que buscam auxiliar as redes de ensino e as escolas na tomada de decisão diante de casos de racismo e de discriminação racial. 

Há ainda o lançamento das Devolutivas de Equidade Racial, que trazem diagnósticos individualizados para cada uma das redes municipais, com dados sobre o desempenho na Condicionalidade III do VAAR, os recursos recebidos e as desigualdades educacionais. Além de apresentar os principais desafios, as devolutivas indicam recomendações práticas para promover a equidade racial, apoiando a tomada de decisão dos gestores. 

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No campo do financiamento, a vinculação de recursos à redução das desigualdades raciais de aprendizagem, no âmbito do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), tem mobilizado bilhões de reais para o enfrentamento dessas disparidades. Em 2026, R$ 7,5 bilhões serão repassados para 4.303 redes de ensino que alcançaram as condicionalidades do Valor Aluno Ano Resultado (VAAR), complementação financeira do Fundeb.   

Adesão O período de adesão à Escola Nacional de Hip-Hop está aberto e vai até o dia 30 de junho, exclusivamente por meio do Sistema de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). A proposta do programa é incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural.  

Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação infantil.   

O programa atua em três grandes frentes na educação básica: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares.   

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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