POLÍCIA FEDERAL

PF mobiliza atiradores de elite para segurança da Cúpula do BRICS no Rio

Rio de Janeiro/RJ. A Polícia Federal implementou um esquema de segurança robusto para as reuniões do bloco BRICS, que ocorrem no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro. A medida inclui o posicionamento estratégico de atiradores de precisão, popularmente conhecidos como snipers, com o objetivo de repelir potenciais ameaças.

Os profissionais envolvidos pertencem ao Comando de Operações Táticas (COT), uma das unidades de elite da PF. Sua função principal é atuar como contrasniper, visando neutralizar qualquer ameaça que possa surgir de atiradores com intenções criminosas, garantindo assim a integridade dos participantes da Cúpula.

A atuação desses especialistas exige treinamento contínuo e aprimoramento constante. Eles dedicam grande parte de seu tempo ao desenvolvimento das habilidades necessárias para desempenhar essa função complexa, que demanda uma série de requisitos técnicos e táticos para sua execução eficaz.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
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Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF investiga coação a testemunhas de processo criminal em curso

Governador Valadares/MG. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (14/7), a Operação Soteria, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a ameaças e intimidações dirigidas a testemunhas, vítimas e denunciantes vinculados a processo criminal em curso.

Na ação, foram cumpridos três mandados judiciais de busca e apreensão e dois mandados judiciais de prisão preventiva, expedidos pelo Juízo de Garantias da Primeira Vara Federal Criminal de Montes Claros, contra investigados que já figuram como réus em outra ação penal, na qual respondem, em tese, pela prática do crime de promoção de migração ilegal. Houve apreensão de aparelhos de telefone celular e documentos, que serão analisados.

Os investigados foram presos em fevereiro de 2026, no âmbito de investigação anterior, e, posteriormente, tiveram a liberdade provisória concedida mediante imposição de medidas cautelares. Após a soltura, ambos os investigados teriam passado a ameaçar testemunhas e denunciantes relacionados à persecução penal. As investigações apontam que as condutas teriam sido praticadas com o objetivo de constranger pessoas envolvidas no processo criminal.

Os suspeitos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de coação no curso do processo e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
E-mail: [email protected]
Contato: (31) 3168-6342

Fonte: Polícia Federal

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