AGRONEGÓCIO

Brasil intensifica laços comerciais com Laos em missão oficial voltada a exportações agropecuárias

Em uma missão oficial à República Democrática Popular do Laos, o Brasil reforçou seu compromisso com o crescimento do comércio de produtos agropecuários e com a expansão de mercados estratégicos no Sudeste Asiático. A adida agrícola do Brasil, Ana Carolina Lamy, encontrou-se com o ministro da Agricultura e Florestas do Laos, Linkham Douangsavanh, para discutir a ampliação do comércio bilateral de produtos agropecuários.

O encontro serviu para estreitar os laços comerciais, com especial atenção à exportação de produtos agropecuários brasileiros para o Laos, um mercado estratégico em ascensão. Também foi abordada a cooperação técnica nas áreas de agricultura e manejo agroflorestal, visando aprimorar práticas sustentáveis que possam beneficiar tanto o Brasil quanto o Laos.

Também tiveram encontros com o vice-ministro da Indústria e Comércio, Manothong Vongsay, que explorou oportunidades de investimentos no setor agroindustrial do Laos, e com o diretor-geral do Departamento de Pecuária e Pesca, Kaviphone Phouthavong, que detalhou as condições sanitárias para a exportação de produtos de origem animal, com a perspectiva de uma futura auditoria a estabelecimentos brasileiro.

A missão ao Laos sublinha a estratégia do Brasil de diversificar e consolidar mercados para seus produtos agropecuários. À medida que as negociações avançam, o Brasil se posiciona como um parceiro chave, oferecendo produtos agropecuários de alta qualidade e reforçando sua presença em mercados asiáticos em ascensão.

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIO

Zarc do milho é atualizado com nova classificação de solos e séries climáticas

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho grão foi atualizado. As portarias com os novos zoneamentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10).

A atualização contempla revisão da classificação dos solos por capacidade de água disponível e atualização das séries históricas do clima. As alterações refletem, sobretudo, a crescente variabilidade climática e o aumento da frequência de ocorrência de eventos extremos nos últimos anos, como secas e excesso de chuvas. 

Para o cálculo do risco são utilizadas séries de 30 anos de dados meteorológicos, incluindo temperaturas máxima, mínima e média, precipitação e evapotranspiração de referência. Também são considerados parâmetros relacionados à cultura e às características dos solos.

Classes de águas disponíveis 

O estudo passa a utilizar seis classes de água disponível no solo, que variam de AD1 (baixa retenção) a AD6 (alta retenção de água), substituindo a classificação anteriormente baseada em três grupos de solos.

Segundo pesquisadores da Embrapa responsáveis pelos estudos do Zarc, a classificação por água disponível permite caracterizar de forma mais detalhada as condições dos diferentes ambientes de produção. A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.

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Base climática

A atualização também incorpora novos dados meteorológicos às séries históricas utilizadas nos estudos, incluindo informações de chuva e temperatura provenientes de um número ampliado de estações meteorológicas.

As informações são utilizadas na definição das épocas de semeadura com menor risco climático para a cultura, considerando as condições observadas nas diferentes regiões produtoras do país.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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