NACIONAL
Portaria aumenta estimativa de complementação para o Fundeb
O Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Fazenda (MF) publicaram a Portaria Interministerial MEC/MF nº 4, de 30 de abril de 2025, na qual constam as novas estimativas das complementações da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para o ano de 2025. As estimativas da arrecadação das receitas vinculadas ao Fundeb subiram de R$ 325,5 para R$ 339 bilhões, um aumento de 4,15% (R$ 13,5 bilhões). O valor total da complementação da União ao fundo teve um acréscimo de R$ 2,3 bilhões, passando de R$ 56,5 bilhões para R$ 58,8 bilhões.
Os valores da complementação da União dizem respeito às modalidades Valor Anual por Aluno (VAAF), Valor Anual Total por Aluno (VAAT) e Valor Anual por Aluno decorrente da complementação VAAR (VAAR). Com o aumento, houve também acréscimo no Valores Anuais Mínimo por Aluno definidos nacionalmente. O VAAF-MIN foi aumentado de R$ 5.447,98 para R$ 5.699,17 e o VAAT-MIN de R$ 8.006,05 para R$ 8.071,76.
Operacionalizada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), a complementação da União ao Fundeb busca garantir equidade na distribuição dos recursos da educação básica pública e valorizar as redes de ensino que evoluírem na melhoria da gestão educacional e nos indicadores de atendimento e aprendizagem, com redução das desigualdades. Ao todo, dez estados e 1.849 municípios são beneficiários do VAAF; 2.425 municípios estão na lista da complementação VAAT; e outros 2.837 no VAAR.
O FNDE realizou os cálculos das atualizações em cumprimento à lei de regulamentação do novo Fundeb, que prevê a revisão das estimativas das receitas vinculadas aos fundos a cada quatro meses. O intuito é manter os valores das complementações da União distribuídos aos entes federativos atualizados, otimizando a aplicação dos recursos da educação e reduzindo os impactos sobre o ajuste anual de contas.
Fundeb – O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação é um fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual (um total de 27 fundos), composto por recursos provenientes de impostos e das transferências dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, vinculados à educação.
Independentemente da fonte de origem dos valores que compõem o fundo, todo o recurso gerado é redistribuído para aplicação exclusiva na manutenção e no desenvolvimento da educação básica pública, bem como na valorização dos profissionais da educação.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do FNDE
Fonte: Ministério da Educação
NACIONAL
Conheça os biocombustíveis presentes na matriz energética brasileira
Os biocombustíveis são produzidos a partir de matérias-primas renováveis. Entre os principais exemplos estão o etanol, obtido principalmente da cana-de-açúcar e do milho, e o biodiesel, produzido a partir de óleos vegetais, gorduras animais e outras fontes.
Com uma trajetória de várias décadas no uso dessas fontes de energia, o Brasil desenvolve políticas e tecnologias relacionadas aos biocombustíveis desde os anos 1970. Atualmente, esses combustíveis integram a matriz energética nacional e estão presentes no abastecimento de veículos em todo o país.
Diversas matérias-primas podem ser utilizadas na produção de biocombustíveis, entre elas cana-de-açúcar, milho, soja, gorduras animais e resíduos orgânicos. Essa diversidade permite ampliar as possibilidades de produção em diferentes regiões e contribui para a oferta de fontes renováveis de energia.
No dia a dia, os biocombustíveis estão presentes na composição dos combustíveis comercializados no país. A gasolina recebe a adição de etanol anidro (30%), enquanto o diesel contém biodiesel (15%), em percentuais definidos pela legislação. Essas misturas fazem parte da estrutura de abastecimento e do consumo cotidiano de energia no território nacional.
Embora o etanol e o biodiesel sejam atualmente os biocombustíveis com produção em larga escala e uso consolidado no Brasil, o país também conta com alternativas renováveis, como o biometano, o combustível sustentável de aviação (SAF) e o diesel verde (HVO). Essas tecnologias vêm sendo desenvolvidas e incorporadas gradualmente à matriz energética nacional, ampliando as possibilidades de utilização de combustíveis renováveis em diferentes modais de transporte e setores da economia.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]
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