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Câmara de Cuiabá aprova moção de aplausos à operação que abateu faccionado cúmplice da morte do sargento Odenil na capital

17/02/2025
Câmara de Cuiabá aprova moção de aplausos à operação que abateu faccionado cúmplice da morte do sargento Odenil na capital
Da Assessoria – Vereador Rafael Ranalli&nbsp
A Câmara de Vereadores de Cuiabá aprovou, na semana passada, uma moção de aplausos à operação que abateu dois homens faccionados durante confronto com a Força Tática na madrugada do último dia 30 de janeiro, no Centro Político Administrativo da capital.
A moção, apresentada pelo vereador policial federal Rafael Ranalli (PL), homenageou os militares que abateram um dos cúmplices na fuga do assassino do 3º sargento da Polícia Militar, Odenil Alves Pedroso, de 47 anos, assassinado após ser baleado em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Morada do Ouro, em Cuiabá.
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“Essa moção é o mínimo que podemos fazer por nossos valorosos heróis que combatem o crime. Um vagabundo que ajudou o assassino de Odenil teve o CPF cancelado. Precisamos valorizar quem combate o crime organizado que insiste em combater o Estado. Vamos, sim, apresentar na Câmara a criação da Comenda Sargento Odenil Alves”, explica Ranalli.
Uma moção de aplausos ao tenente-coronel da Polícia Militar Otoniel Gonçalves Pinto foi aprovada, pelo trabalho de combate à bandidagem na capital cuiabana.
Quando assumiu a vaga de deputado estadual por 30 dias, em 2024, Ranalli chegou a propor que Otoniel fosse o primeiro a ser condecorado por um projeto de lei apresentado por ele, conhecida como “Lei do Abate”, que visava à concessão de honraria a militares que mataram bandidos em legítima defesa.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Abilio abre crise na base e exclui seis vereadores de grupo após embate sobre o comando da Câmara

Parlamentares foram retirados de grupo de WhatsApp após sessão marcada por críticas à ação do prefeito no TJMT; episódio amplia tensão entre Executivo e Legislativo.

A relação entre o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), e parte da base aliada na Câmara Municipal entrou em um novo momento de desgaste político. Após uma sessão marcada por críticas de vereadores à atuação do Executivo, o prefeito removeu seis parlamentares do grupo de WhatsApp utilizado para a comunicação entre a Prefeitura e os vereadores da base.

A decisão ocorreu na quinta-feira (9), no mesmo dia em que vereadores reagiram à Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) proposta por Abilio no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que questiona dispositivos do Regimento Interno da Câmara relacionados ao quórum para deliberação de determinadas matérias. Na prática, a discussão pode impactar o processo de eleição da futura Mesa Diretora da Casa.

Segundo as informações divulgadas, foram excluídos do grupo os vereadores Alex Rodrigues (Podemos), Eduardo Magalhães (Republicanos), Sargento Joelson (Podemos), Katiuscia Mantelli (Podemos), Michelly Alencar (União Brasil) e Dra. Mara (Podemos). Imagens da conversa mostram que as remoções ocorreram em sequência, logo após o acirramento do debate político.

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Críticas ao prefeito

Durante a sessão, a vereadora Katiuscia Mantelli criticou a iniciativa do prefeito de recorrer ao Judiciário para questionar regras internas da Câmara. Em discurso, afirmou que o Legislativo deve preservar sua autonomia e rejeitou qualquer tentativa de interferência do Executivo nas decisões da Casa.

A parlamentar classificou a medida como “desesperada” e comparou a postura do prefeito à de uma “criança mimada”, defendendo que a definição da Mesa Diretora cabe exclusivamente aos vereadores.

Também durante os debates, o vereador Dilemário Alencar (União Brasil) reafirmou sua pré-candidatura à presidência da Câmara para o biênio 2027/2028 e defendeu que a escolha do próximo comando do Legislativo seja construída internamente, por meio do diálogo entre os parlamentares, sem interferência de outros Poderes.

Sinal de desgaste político

A exclusão dos vereadores do grupo de WhatsApp foi interpretada nos bastidores como um gesto que evidencia o desgaste na relação entre o Executivo e parte da base aliada. O grupo era considerado um dos principais canais de comunicação entre o prefeito e os parlamentares governistas.

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O episódio reforça que a disputa em torno do futuro comando da Câmara Municipal já provoca reflexos na articulação política da gestão Abilio Brunini e pode influenciar a condução da relação entre Prefeitura e Legislativo nos próximos meses. Embora o governo ainda conte com apoio de parte dos vereadores, os acontecimentos demonstram que a unidade da base passa por um momento de forte tensão e reacomodação política.

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