TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Ainda dá tempo: TJMT prorroga inscrições do processo seletivo de estágio até 18 de março

O prazo para realizar inscrição e prova online do processo seletivo 2024 de estagiários de nível médio e superior do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e demais Comarcas foi prorrogado até o dia 18 de março, às 12h (horário de Brasília). Os interessados podem realizar inscrição neste link.
 
De acordo com o edital, a oportunidade é voltada para estudantes matriculados a partir do 1º ano do Ensino Médio regular ou EJA, com idade mínima de 16 anos completos. Além disso, estudantes de nível superior de 15 cursos de graduação matriculados a partir do 2º semestre e 3º semestre (no curso de Direito, distante seis meses do término do curso).
 
Os cursos que possuem vagas disponíveis são: Administração, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Comunicação Social, Direito, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Gestão de Pessoas, Gestão Pública, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Serviço Social, Tecnologia da Informação e Tecnologia em Gestão de Eventos e Cerimonial.
 
Remuneração – A bolsa de auxílio mensal é de R$ 1.040,00 para nível médio e R$ 1.300,00 para nível superior, mais auxílio transporte no valor de R$ 217,80. A carga horária de trabalho é de 6 horas diárias e 30 horas semanais. 
 
Em caso de dúvidas ou dificuldades durante o período de inscrição, o candidato pode entrar via e-mail: [email protected]. O atendimento é realizado em dias úteis das 8h às 17h, com prazo final de atendimento às 12h do dia útil anterior ao término das inscrições.
 
Carlos Celestino
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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