TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Projeto ELO: Presidente Clarice Claudino se reúne com a OAB de Rondonópolis e Primavera do Leste

A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, se reuniu com a diretoria da 1ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Rondonópolis, durante a realização do Projeto ELO – Fortalecendo a Justiça, que ocorre entre os dias 02 e 05 de outubro, no município.
 
A desembargadora foi recebida pelo presidente da Subseção de Rondonópolis, Bruno de Castro, pela presidente da 22ª Subseção da OAB de Primavera do Leste, Ethiene Brandão, e por advogados dos respectivos polos.
 
A agenda também foi acompanhada pela vice-presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Maria Erotides Kneip, pelo presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), desembargador Mário Kono e pelo presidente do Núcleo de Previdência (NuPrev), desembargador Gilberto Giraldelli.
 
O fortalecimento do diálogo institucional foi a tônica da visita. O movimento do Judiciário, de se dirigir ao encontro da sociedade para juntos ampliar o diálogo e garantir de forma harmônica, a prestação de serviços de excelência ao cidadão, faz parte do perfil de construção participativa de resultados, estimulado pela desembargadora Clarice Claudino, e que tem marcado as ações do Poder Judiciário.
 
A desembargadora Clarice Claudino, frisou o fortalecimento do diálogo institucional, e o empenho do Poder Judiciário em promover com franqueza e transparência, a construção conjunta de resultados à sociedade.
 
“Esse diálogo com a Ordem dos Advogados é um momento em que nós nos disponibilizamos para escutá-los, para absorver reivindicações e, principalmente, entender onde nós podemos melhorar. São sugestões valiosas, que sempre vem sendo captadas nesses momentos, e aqui em Rondonópolis tenho certeza de que também será muito produtivo. É interessante notar que, às vezes, o gestor, o administrador ou o presidente de um poder ou de uma instituição faz uma programação, mas de repente, aquilo não é o mais importante para aquela comunidade ou sociedade, por isso, é valioso escutar com paciência, com tolerância e respeito, toda as demandas que vêm até nós, para que depois nós possamos reformular uma eventual trajetória já definida anteriormente. Isso se chama flexibilidade, se chama respeito, e isso é o entrosamento que temos construído com a Ordem dos Advogados do Brasil, que tem se apresentado como uma grande parceira. Com especial atenção à presidente da Ordem dos Advogados de Mato Grosso, Gisela Cardoso, com quem tenho tido excelente relacionamento e momentos de diálogo produtivo e aqui em Rondonópolis, com certeza, não será diferente”, defendeu a presidente Clarice Claudino.
 
O anfitrião e presidente da Subseção de Rondonópolis, Bruno de Castro, classificou como produtiva a reunião e destacou o empenho do Poder Judiciário em se manter receptivo às demandas da classe.
 
“Já parabenizamos a presidência do Tribunal de Justiça, por sair de Cuiabá e vir até nós ouvir os reclames da advocacia e estar dentro da casa do cidadão. É o que costumo dizer, quando o advogado cobra alguma situação do Judiciário, quem está por trás dessa ação são os interesses do cidadão. Então, o Projeto ELO, unindo o Poder Judiciário, unindo a OAB em prol da melhoria de uma prestação jurisdicional mais efetiva e célere, está sendo fundamental. Ninguém faz nada sozinho, por isso que unidos, cada um na sua função, cumprindo seu dever constitucional, poderemos levar e entregar uma prestação jurisdicional cada vez mais eficiente à população”, concluiu Bruno.
 
A presidente da 22ª Subseção da OAB de Primavera do Leste, Ethiene Brandão e Silva Mendonça de Lima, destacou a disposição do Poder Judiciário em ir até a demanda.
 
“Para nós é uma honra sem precedentes termos a presença dos desembargadores, e principalmente, da nossa presidente do Tribunal de Justiça, aqui na casa das liberdades democráticas, que é a casa da advocacia. O Projeto ELO tem importância tamanha na prestação jurisdicional, porque ele faz a construção de vínculos fortes entre os magistrados, os servidores, a população e a advocacia, então para nós é muito relevante termos aqui conosco hoje. Como operadores do Direito, devemos estar alinhados para entregar ao cidadão uma prestação jurisdicional relevante, efetiva, entregando o bem da vida. Porque atrás da caneta de todo advogado, de todo magistrado, existe a angústia de um cidadão, e é isso que nós devemos procurar, um alinhamento institucional para entregarmos o bem da vida da melhor maneira possível”, ressaltou Ethiene.
 
Os juízes auxiliares da Presidência, Viviane Brito Rebello, Túlio Duailibi Alves de Souza e Jones Gattass Dias, e a diretora-geral do Tribunal de Justiça, Euzeni Paiva de Paula, também participaram da visita.
 
NUPEMEC – Durante a agenda, o presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), desembargador Mário Kono aproveitou a oportunidade para falar sobre o trabalho desenvolvido pelo Nupemec e a necessidade do empenho de todos, no sentido de combater a cultura da litigância e promover a resolução simplificada e pacificada de conflitos.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Clarice Claudino se dirige aos Advogados durante agenda na Ordem dos Advogados do Brasil de Rondonópolis. Segunda imagem: Presidente da Subseção de Rondonópolis, Bruno de Castro faz uso da fala. Terceira imagem: Presidente da Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil de Primavera do Leste, Ethiene Brandão e Silva Mendonça de Lima.
 
Naiara Martins/ Fotos: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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