TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Facilidade: Simulador de custas e taxas judiciárias auxilia rotina de operadores do Direito

A Comarca de Rondonópolis será temporariamente sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) em outubro. Entre os dias 02 e 05 do mês, a unidade judiciária recebe a administração do TJMT para a realização do Projeto ELO – Fortalecendo a Justiça.
 
A iniciativa do Judiciário mato-grossense tem como objetivo a aproximação da sociedade, além de reforçar laços e relações com magistrados, servidores e demais instituições do Sistema de Justiça. O acolhimento e escuta qualificada é uma das prioridades da gestão liderada pela presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva.
 
A programação do evento para a semana será repleta de atividades direcionadas às Comarcas da região Sul, nos Polos de Rondonópolis e Primavera do Leste, com capacitações, palestras, encontros, reuniões, workshops, feiras, certificação de facilitadores e realização de Círculos de Construção de Paz.
 
Palestra com a presidente do TJMT – Um dos destaques do primeiro dia do encontro (02 de outubro) é a Certificação de Facilitadores de Círculos de Construção de Paz e a palestra ‘Valores e Princípios da Justiça Restaurativa nas Políticas Públicas’, com a presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva.
 
A apresentação será no Tribunal do Júri do Fórum do município, a partir das 14h, e conta também com a participação da assessora especial da Presidência para Justiça Restaurativa, Katiane Boschetti da Silveira.
 
Abertura Encontro da Magistratura – Ainda na segunda-feira, a partir das 19h30, será realizada a solenidade de abertura do Encontro Regional da Magistratura de Mato Grosso, com a palestra ‘20 Anos de Inclusão da Pessoa com Deficiência no Direito Brasileiro’, com o advogado e pós-doutor em Direito, professor doutor Antônio Rulli Neto, também no Tribunal do Júri.
 
De acordo com o coordenador do projeto, juiz Jones Gattass, o ELO é uma oportunidade de integrar o Judiciário com a sociedade e o público interno. “Além de aproximar e oferecer atividades para magistrados e servidores, o ELO proporciona uma integração com a comunidade. E por isso o nosso convite é extensivo para os advogados, para comunidade acadêmica local e todo público em geral.”
 
O ELO é uma realização do Poder Judiciário de Mato Grosso e envolve ações ligadas à Presidência, Vice-Presidência e Corregedoria-Geral da Justiça, assim como da Diretoria-Geral do TJMT, Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur), Escola Superior da Magistratura (Esmagis), Escola dos Servidores, Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec-MT), Departamento Gráfico, Programa Bem Viver e Coordenadorias de Gestão de Pessoas (CGP), Comunicação, Tecnologia da Informação (CTI), e Planejamento (Coplan).
 
Serviço
O que: Projeto ELO – Fortalecendo a Justiça
Quando: 02 a 05 de outubro
Onde: Tribunal do Júri – Fórum da Comarca de Rondonópolis
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Primeira imagem: arte com a marca do Projeto Elo centralizada, na parte inferior da imagem está a marca do Poder Judiciário de Mato Grosso. Ambas estão aplicadas em um fundo branco texturizado.
 
Marco Cappelletti
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Plano de saúde deve custear laserterapia indicada após início de home care

A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • Plano de saúde foi obrigado a custear laserterapia incluída posteriormente no tratamento domiciliar de paciente idoso com quadro grave.

  • A decisão considerou que o atendimento deve acompanhar a evolução clínica e seguir a prescrição médica.

Um paciente idoso com Alzheimer, demência e disfagia grave conseguiu na Justiça a manutenção do tratamento de laserterapia em casa, mesmo após o procedimento ter sido prescrito somente depois do fim do processo. A operadora de plano de saúde tentou suspender a obrigação, mas teve o recurso negado.

O impasse surgiu após a inclusão da laserterapia no plano terapêutico do paciente, que já recebia atendimento domiciliar integral (home care) por determinação judicial. Com a evolução do quadro clínico, médicos indicaram o novo procedimento como complemento ao tratamento fonoaudiológico. A operadora contestou, alegando que a técnica não estava prevista na decisão original nem no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Ao analisar o recurso, o relator, juiz convocado Marcio Aparecido Guedes entendeu que a obrigação de fornecer tratamento “conforme prescrição médica” não se limita ao que foi indicado no momento da decisão inicial. Segundo ele, o atendimento domiciliar deve acompanhar as necessidades do paciente ao longo do tempo, inclusive com a inclusão de novas terapias relacionadas à doença.

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O magistrado destacou que uma interpretação restritiva esvaziaria a própria finalidade do home care, que é justamente garantir assistência contínua e adaptável à evolução do quadro de saúde. Também afastou a alegação de violação à coisa julgada, explicando que a medida está dentro dos limites do que já havia sido determinado.

Outro ponto considerado foi a aplicação do Código de Defesa do Consumidor aos contratos de plano de saúde, o que impõe interpretação mais favorável ao paciente. A decisão ainda reforçou que cabe ao médico definir o tratamento adequado, não podendo a operadora limitar a terapêutica indicada.

Processo nº 1037918-67.2025.8.11.0000

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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