TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Poder Judiciário de Mato Grosso

O programa Por dentro de Magistratura de agosto tem como convidado o juiz Gilperes Fernandes da Silva, aprovado no concurso para a magistratura em 1992 e, há 19 anos, lotado na Vara de Família da Comarca de Cuiabá. O magistrado falou sobre sua experiência como juiz, sobre o progresso vivenciado pelo Direito de Família nos últimos tempos, adoção, crianças invisíveis e ainda sobre a carreira do juiz.
 
“O Judiciário em si e o Direito têm que avançar. Eles não podem ser estáticos. O avanço da sociedade vem modificando a maneira de pensar, de agir e nós, também no Direito, tanto na lei como nas interpretações, temos que ter esse avanço. É claro, sempre com o cuidado de proteger àqueles que talvez estejam menos favorecidos.”
 
Sobre adoção, ele ressalta que acredita que a busca para adoção de por crianças mais velhas e de adolescentes ainda irá crescer. “Acredito que isso vai se avançar e essas pessoas vão buscar esse tipo de crianças invisíveis para poder ser adotadas. Nós não podemos negar, não podemos negar a felicidade e a condição que essa criança pode encontrar com alguém fora dos laços sanguíneos, que vai, com a convivência, ter o amor e a criação que merece, eu penso assim e quero evoluir neste pensamento, é claro, sempre com um cuidado de que não pode banalizar, tem que estar sempre com alguns requisitos em evidência, em exigência.”
 
O programa Por dentro da Magistratura registra, por meio de entrevistas, acontecimentos e situações pessoais durante a carreira, opiniões e relacionamentos pessoais, institucionais e sociais, com intuito de transmiti-los, na forma de orientação ou recomendação, a magistrados(as) em formação.
 
 
 
Keila Maressa
Coordenadoria de Comunicação do TJMT da Presidência
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TJMT destina 11 toneladas de papel para reciclagem e avança nas metas de sustentabilidade

A sustentabilidade e a responsabilidade socioambiental seguem sendo prioridades do Poder Judiciário de Mato Grosso. Em mais uma ação alinhada ao Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) destinou 11.584 quilos de resíduos de papel à Associação de Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Mato Grosso (Asmats), parceira da instituição por meio do Termo de Compromisso nº 01/2022.

O trabalho desenvolvido pela Coordenadoria Administrativa, por meio do Departamento de Material e Patrimônio (DMP), em parceria com o Núcleo de Sustentabilidade, contribui para o cumprimento das metas do PGRS e para a melhoria dos indicadores de sustentabilidade institucionais avaliados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Antes da destinação, todo o material passa por análise técnica para verificar sua obsolescência e inutilidade para as atividades do Poder Judiciário. Em seguida, é separado, selecionado e quantificado pela Divisão de Estoque do Departamento de Material e Patrimônio.

Imagem mostra uma sala com muitas caixas de papelão para reciclagem. Uma mulher aparece de costas, segurando sacos plásticos transparentes cheios de papelão dobrado. A ação dá continuidade ao trabalho desenvolvido pelo Tribunal nos últimos anos. Entre 2022 e o primeiro semestre de 2026, foram destinados 180.445,58 quilos de resíduos recicláveis, entre papel, vidro, plástico, metal e outros materiais gerados no âmbito do Judiciário mato-grossense, promovendo a economia circular e contribuindo para a geração de renda de famílias que vivem da coleta seletiva.

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Além dos ganhos administrativos, a iniciativa contribui para o cumprimento da Meta 1 do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e para o desempenho do Tribunal no Balanço da Sustentabilidade do Poder Judiciário, em conformidade com a Resolução nº 400/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece a Política de Sustentabilidade no âmbito do Judiciário.

A parceria com a Asmats também representa um importante investimento social. Todo o material entregue retorna à cadeia produtiva, reduz a quantidade de resíduos encaminhados aos aterros sanitários e gera renda para dezenas de trabalhadores da reciclagem.

A educadora ambiental e presidente da Asmats, Maria Aparecida do Nascimento afirma que o material destinado pelo Tribunal representa trabalho e renda para muitas famílias. “Aquilo que muitas pessoas consideram lixo é o que garante o nosso sustento. Nos sentimos vistos pelo TJMT como pessoas trabalhadoras que somos. Agradecemos a toda a direção pelo reconhecimento do nosso trabalho e por destinar, como doação, todo o material inservível, que para nós é de grande valia”, afirmou.

Autor: Marcia Marafon

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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