ESPORTES
Zé Ricardo avalia o primeiro jogo da Semifinal do Campeonato Carioca
Após o primeiro confronto da semifinal do Campeonato Carioca, o técnico Zé Ricardo concedeu uma entrevista coletiva no Estádio do Maracanã. O comandante vascaíno avaliou que a estratégia montada para este duelo não saiu como o esperado. Zé Ricardo disse ainda que o Gigante da Colina fez um segundo tempo que dá a certeza de que a equipe pode fazer um grande jogo no domingo.
A gente não encontrou tempo de marcação nem saída de bola no primeiro tempo. As duas saídas que tivemos o Flamengo matou, tanto que tiveram dois jogadores deles amarelados nos primeiros minutos. Montamos uma estratégia e acabamos não sendo tão felizes. Corrigimos, fizemos um segundo tempo que nos dá a certeza de que podemos fazer um grande jogo no domingo. As dificuldades existem, o Flamengo é forte, mas descansando e nos preparando bem podemos reverter esse resultado – disse Zé em coletiva após o jogo.
O técnico Zé Ricardo falou um pouco sobre o lance que ocasionou o pênalti para a equipe do Flamengo. O comandante vascaíno avaliou que em sua opinião o lance deveria ter seguido e que o critério utilizado no clássico anterior a esse não foi usado. Zé Ricardo finalizou dizendo que em seu ponto de vista foi um lance capital.
– Me parece, ainda não vi o lance, que raspou na cabeça de alguém. Ou seja, seria um segundo movimento, e a gente sabe que não é pênalti quando acontece isso. Para a gente não falar mais nisso: eu estou em dúvida porque não vi o lance, mas fico com a minha opinião e minha visão do banco de reservas que me pareceu um lance que deveria ter sido seguido. E o critério que foi usado na outra partida não foi usado nesta. É desgastante falar nisso porque perdemos a partida, e pode parecer lamúria nossa. Mas quando a gente for ver o resultado dessa partida daqui a 10 anos, foi 1 a 0 com gol de pênalti. Então foi um lance que decidiu a partida e no meu ponto de vista foi um lance capital.
Confira outros trechos da entrevista coletiva:
Torcida
– Nosso maior jogador hoje foi a torcida. Foi sensacional o que eles fizeram, de arrepiar. Eu sempre fico muito concentrado na partida, mas a maneira como a torcida se comportou fez a gente perceber isso o tempo todo. Nossa equipe também percebeu, e essa força que vem de fora é o que nos faz acreditar que a gente pode. Temos um grupo que está se formando, e jogos assim vão dando caixa para a equipe. Espero que os torcedores repitam isso no domingo para entrarmos no campo mais energizados e corresponder.
Mudanças na escalação
– A gente busca o histórico do jogador. O Weverton já atuou de atacante, estamos tendo um problemas de muitos jogos em sequência, poucas semanas cheias, jogadores desgastados. Ficamos com poucas opções, perdemos o Getúlio lesionado. Figueiredo jogou o jogo todo no domingo, Pec vinha desgastado também… A estratégia foi montada para utilizar as subidas dos laterais do Flamengo e jogar naquele espaço. Depois perdemos o tempo de marcação, não encontramos maneiras de roubar essa bola, e decidimos mudar no segundo tempo, abrindo mão do Weverton. Figueiredo podia jogar tanto pelo lado quanto centralizado, é um menino que tem crescido bastante.
Sistema defensivo
– Tivemos a infeliz notícia da contusão do Ulisses. Léo Matos já jogou como zagueiro, na linha de três, Zé Gabriel também jogou ali no Inter. Se for preciso vamos usá-los. Mas Zé Vitor e Pimentel formaram a dupla de zaga na Copinha, foram muito bem. Vamos estudar certinho, Zé Vitor tem vindo para o banco de reservas, se for preciso vamos usá-lo e tenho certeza que vai corresponder.
Vasco sendo adversário duro para o Flamengo
– São alguns fatores. Clássico é sempre motivante, o nível de concentração já vem naturalmente, todo mundo quer participar. O segundo tempo mostra aquilo que a gente pode render, tivemos apenas uma finalização a menos que o Flamengo. Queremos um Vasco que comece e termine um jogo com nível de concentração e aplicação como tivemos no segundo tempo. A estratégia não deu tão certo no primeiro tempo, mas conseguimos corrigir no segundo tempo. Precisamos fazer grandes jogos, porque o desafio em 2022 é grande e temos que construir esse caminho.
Necessidade de dois gols no jogo de volta
– Futebol não é matemática, são construções. Vamos tentar traçar a estratégia para isso, mas não podemos sair de qualquer forma, porque temos pela frente um adversário perigoso e que pode ser letal. Entendo que precisamos fazer mais, não conseguimos vencê-los nos dois jogos que fizemos contra eles. Acredito que com o grupo que temos, com a maneira que entramos no vestiário depois do jogo, não vai ser difícil trabalhar, principalmente a parte mental, para fazer uma grande partida no domingo.
fonte: https://vasco.com.br/ze-ricardo-avalia-o-primeiro-jogo-da-semifinal-do-campeonato-carioca/
ESPORTES
Raphinha exalta Ancelotti e se diz mais maduro para a Copa do Mundo de 2026
O atacante da Seleção Brasileira Raphinha elogiou o técnico Carlo Ancelotti, aniversariante desta quarta-feira (10), em entrevista coletiva no hotel The Ridge, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Rival do Mister nos El Clássicos contra o Real Madrid, o jogador do Barcelona celebrou a oportunidade de trabalhar com um treinador com uma carreira “admirável” no futebol.
“A história que ele construiu dentro do futebol é algo admirável, não só para quem está trabalhando com ele, mas também para os adversários. Eu espero poder fazer a favor tudo aquilo que fiz contra ele, principalmente na Copa do Mundo. Vou buscar sempre dar o meu melhor, fisicamente e tecnicamente, para poder dar bons resultados não só para ele, mas assim como para o grupo também, que merece muito”, disse Raphinha, que tem seis jogos na equipe sob o comando do espanhol.
Com a experiência da última Copa do Mundo, ele afirmou que a competição “é muito traiçoeira” e destacou que a equipe precisa “errar o menos possível”.
“Acho que temos que ter não só um ponto de atenção, mas vários durante a competição. É uma competição em um curto período de tempo, ela é muito traiçoeira, então temos pouco tempo de preparação. Estamos tentando nos adaptar e chegar o mais próximo possível de não cometer erros. Acho que o ponto de atenção é o fato de termos uma competição curta, em um período curto, e ter que errar o menos possível”, disse.
EVOLUÇÃO DESDE A COPA DE 2022
O gaúcho de Porto Alegre analisou o seu momento atual em comparação ao ciclo da Copa do Mundo de 2022. Disse estar mais preparado para a disputa do seu segundo Mundial, em função do seu momento no seu clube. Na última temporada, disputou 33 jogos, marcou 21 gols e deu sete assistências pela equipe catalã, campeã espanhola e da Supercopa.
“Acho que senti mais pressão em 2022 do que nessa Copa, porque me vendo com os olhos de hoje, na Copa de 2022, eu cheguei muito imaturo, na Seleção e no Barcelona. Eu estava num período de adaptação, estava jogando na Seleção, mas ainda assim não sentia que estava totalmente adaptado com a Seleção Brasileira. Na Copa atual, me sinto mais preparado pelo meu momento no clube, por entender o momento da Seleção”, frisou.
PREPARAÇÃO PARA A ESTREIA
O atacante da Amarelinha também comentou sobre a preparação para a estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026. No próximo sábado, a Seleção enfrenta o Marrocos pela primeira rodada do grupo C, às 19h (Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
“Estamos vendo alguns lances deles (do Marrocos), alguns pontos fortes e fracos, onde a gente possa ter mais facilidade para poder encarar esses pontos fracos e estar bem preparado para os pontos fortes deles. Então, a gente ainda tem bastantes dias pela frente até o jogo para aprimorar melhor o que a gente precisa entender sobre eles”, concluiu Raphinha.
Fonte: Esportes
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