MATO GROSSO

Excesso de velocidade foi a infração mais cometida em Mato Grosso em 2021


Segundo dados do setor de Registro Nacional de Acidentes e Estatísticas de Trânsito (Renaest) do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), em 2021, transitar em velocidade superior à máxima permitida para o local, em até 20%, foi a infração mais cometida pelos condutores de Mato Grosso.

Foram mais de 274 mil autuações por essa infração de um total de 719.960 infrações registradas no Estado. O número representa um aumento de quase 30% em comparação a 2020, quando foram registrados 554.505 autos de infração em Mato Grosso.

Dirigir em alta velocidade diminui o tempo de reação do condutor caso precise frear o veículo em segurança, além de aumentar as chances de acidentes fatais. O excesso de velocidade é uma infração média com multa no valor de R$ 130,16 e 04 pontos na Carteira Nacional de Habilitação, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

A segunda infração mais cometida pelos condutores mato-grossenses foi dirigir sem usar o cinto de segurança. Foram 63.287 registros de autuações pela infração.

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Também aparecem no ranking das 10 infrações mais cometidas: transitar com veículo em velocidade superior à máxima permitida para o local, entre 20% e 50%; avançar no sinal vermelho do semáforo; conduzir veículo que não esteja devidamente licenciado; dirigir veículo sem possuir CNH; dirigir veículo usando calçado que não se firme aos pés ou que comprometa a utilização dos pedais; transitar com veículo em velocidade superior à máxima permitida para o local, em mais de 50%; dirigir veículo utilizando telefone celular e ultrapassar pela contramão na linha de divisão de fluxos opostos.

“Foi tudo muito rápido e, para mim, o mais desesperador foi a espera pelo socorro. Os minutos não passavam e eu estava sentindo muita dor no ombro e no braço esquerdo. Não conseguia me mexer. Fiquei um bom tempo traumatizada e com medo de dirigir”. O relato da jovem Mayara Calado, de 22 anos, reflete a realidade de muitas vítimas de acidentes de trânsito causados por excesso de velocidade.

Buscando reduzir essa estatística, o Detran-MT desenvolve diversas ações educativas durante todo o ano como forma de sensibilizar motoristas, passageiros, motociclistas, ciclistas e pedestres sobre a importância de realizar um trânsito mais seguro.

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Além da parte educativa, o Detran-MT e as demais forças de Segurança Pública do Estado também estão nas ruas frequentemente, seja nas operações diárias de fiscalização ou nas ações integradas da Lei Seca, para garantir o cumprimento da norma visando reduzir os índices de irregularidades administrativas, civis e até criminais, que colocam em risco a vida de todos no trânsito.

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Pontes de concreto substituem estruturas precárias de madeira em todas as regiões de Mato Grosso

O Governo de Mato Grosso executa um programa de substituição de pontes de madeira e eliminação de balsas em todo o Estado. O objetivo é superar obstáculos para o desenvolvimento da infraestrutura mato-grossense e garantir que pessoas, mercadorias e serviços essenciais possam circular com segurança durante todo o ano.

Desde 2019, o Governo do Estado já entregou 300 pontes de concreto em diferentes regiões de Mato Grosso. Outras 120 estruturas estão em construção. As novas pontes oferecem mais segurança aos usuários, suportam cargas maiores e são uma solução definitiva para a travessia de rios.

Além disso, até o fim de 2026, o Governo também vai chegar a 1.200 pequenas pontes de madeiras substituídas por aduelas de concreto ou bueiros metálicos, acabando com pontos críticos que frequentemente causavam interrupções no tráfego em estradas estaduais e municipais.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, lembra que as pontes de madeira sempre foram um obstáculo para o desenvolvimento de Mato Grosso. Elas exigem manutenção constante, apresentam restrições de carga e muitas vezes precisavam ser interditadas quando apresentavam problemas.

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“Quando uma ponte de madeira caí, o trânsito é completamente interrompido. Em muitos municípios isso significa o isolamento de uma população inteira. Com as pontes de concreto o trânsito passa a ser permanente e confiável. Por isso, sempre digo que a construção de pontes de concreto é o maior programa e o maior legado do Governo de Mato Grosso”, disse.

Além de garantir que as pessoas possam trabalhar, estudar e continuar suas atividades, a construção de pontes de concreto também fortalece a logística do Estado, permitindo previsibilidade no escoamento da produção.

Entre as obras de destaque está a construção de uma ponte de 1.410 metros de extensão sobre o Rio Juruena. Essa ponte, no caso, vai substituir uma balsa que atualmente faz a travessia do rio em viagens de aproximadamente uma hora.

“Atualmente há uma balsa nesse Rio que leva quase duas horas para ir e voltar, levando um caminhão por vez. Essa balsa para de funcionar quando escurece e só volta no dia seguinte. Quando a ponte for entregue, todo esse percurso vai durar poucos minutos. Será um ganho logístico enorme para toda a região”, explicou o secretário.

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Outro exemplo está na rodovia MT-060, a Transpantaneira, onde o governo já substituiu 47 pontes de madeira, seja por pontes de concreto ou por aduelas. Outras 41 estão ou em obras, ou em processo de licitação para a troca, o que vai acabar com todas as pontes de madeira da rodovia.

“Estamos substituindo estruturas que durante décadas limitaram o desenvolvimento de muitas regiões. As pontes de concreto, as aduelas e os bueiros metálicos garantem segurança, reduzem custos de manutenção e criam uma malha viária mais moderna e preparada para o crescimento de Mato Grosso”, concluiu o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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