AGRONEGÓCIO

Plano Estadual de Segurança Rural será desenvolvido no Espírito Santo


Nesta segunda-feira (24) ocorreu a primeira reunião para a construção do Plano Estadual de Segurança Rural, demanda urgente solicitada pela Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (FAES), e demais órgãos que representam os produtores rurais, ao Governo do Estado.

A reunião, em formato online, reuniu o secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, Alexandre Ofranti Ramalho, o secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (SEAG), Paulo Foletto, o presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), Mário Louzada, o presidente da FAES, Júlio Rocha, o vice-presidente da FAES, Wesley Mendes, o presidente da Associação Agricultura Forte, João Bayer, e os presidentes dos Sindicatos Rurais de Pinheiros, Domingos Martins e Jaguaré, Érico Orletti, Alberto Potin e Jarbas Nicoli Filho, respectivamente. 

“Os furtos e roubos em propriedades rurais se multiplicam exponencialmente e precisamos dar respostas efetivas em favor da segurança das famílias rurais”, destaca o presidente da FAES, Júlio Rocha. 

O vice, Wesley Mendes, pontuou a necessidade de um trabalho conjunto para se obter resultados positivos no campo. “Se as ações não forem integradas, coletivas e em parceria com o Governo do Espírito Santo, estaremos cada um atirando para um lado enquanto bandidos humilham os produtores rurais e suas famílias”. 

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Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

Zarc do milho é atualizado com nova classificação de solos e séries climáticas

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho grão foi atualizado. As portarias com os novos zoneamentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (10).

A atualização contempla revisão da classificação dos solos por capacidade de água disponível e atualização das séries históricas do clima. As alterações refletem, sobretudo, a crescente variabilidade climática e o aumento da frequência de ocorrência de eventos extremos nos últimos anos, como secas e excesso de chuvas. 

Para o cálculo do risco são utilizadas séries de 30 anos de dados meteorológicos, incluindo temperaturas máxima, mínima e média, precipitação e evapotranspiração de referência. Também são considerados parâmetros relacionados à cultura e às características dos solos.

Classes de águas disponíveis 

O estudo passa a utilizar seis classes de água disponível no solo, que variam de AD1 (baixa retenção) a AD6 (alta retenção de água), substituindo a classificação anteriormente baseada em três grupos de solos.

Segundo pesquisadores da Embrapa responsáveis pelos estudos do Zarc, a classificação por água disponível permite caracterizar de forma mais detalhada as condições dos diferentes ambientes de produção. A capacidade de armazenamento de água depende das características físicas do solo e não apenas de sua textura.

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Base climática

A atualização também incorpora novos dados meteorológicos às séries históricas utilizadas nos estudos, incluindo informações de chuva e temperatura provenientes de um número ampliado de estações meteorológicas.

As informações são utilizadas na definição das épocas de semeadura com menor risco climático para a cultura, considerando as condições observadas nas diferentes regiões produtoras do país.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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