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TPS 2021: terceiro dia tem evolução nos planos de ataque

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Em continuidade ao trabalho realizado desde o dia 22, os participantes do Teste Público de Segurança (TPS) do Sistema Eletrônico de Votação iniciaram o terceiro dia de participação, nesta quarta-feira (24), com evolução nos planos de ataque.

De acordo com o chefe da Seção de Voto Informatizado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rodrigo Coimbra, os investigadores que concluírem os trabalhos têm a possibilidade de apresentar novas propostas de testes até a próxima sexta-feira (26).

A advogada Lorenna Tredezzini conta que fez questão de participar do TPS, mesmo sem pertencer à área de tecnologia. Para apresentar o plano – Registro digital do voto e ordem de votação: possível quebra de sigilo –, foi preciso estudar a estrutura da urna eletrônica.

“Meu plano é tentar rastrear a ordem de votação para ver se há uma possibilidade de quebra de sigilo do voto. Ele consiste em três eleições simuladas, e já foram concluídas duas. Agora, preciso aumentar o desafio e colocar combinações de números diferentes para dificultar esse procedimento”, explica.

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Outro investigador é André Matos, que formulou o plano “verificação do comportamento do parâmetro urna: mcriptografar”, mas não foi comprovada nenhuma vulnerabilidade no sistema. “O plano consistia na verificação de parâmetros de configuração internos da urna para simular um ataque interno, do próprio TSE”, explicou. Com a conclusão do planejamento, agora André passará a ajudar outros participantes.

Auxílio

Os 29 planos de ataque são executados pelos investigadores com o auxílio de servidores dos Tribunais Regionais Eleitorais, encarregados de providenciar o material necessário a cada projeto e o suporte técnico aos participantes.

O TPS contempla ações controladas para identificar vulnerabilidades e falhas relacionadas à violação da integridade ou do anonimato dos votos de uma eleição. O evento ocorre durante toda essa semana e, caso sejam detectadas possíveis ameaças, os casos serão avaliados pelo TSE para posterior correção antes das Eleições 2022. Com a iniciativa, a Justiça Eleitoral conta com o apoio da sociedade para fortalecer a confiabilidade, a transparência e a segurança da captação e da apuração dos votos, além de propiciar melhorias no processo eleitoral.

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AL/CM, DM

Saiba mais sobre o TPS 2021

Fonte: TSE

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No 15º Encontro Nacional do Poder Judiciário, secretário da Corte Eleitoral destaca parceria com o CNJ

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Começou nesta quinta-feira (2) o 15º Encontro Nacional do Poder Judiciário, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de forma virtual. Durante o evento, que segue até amanhã (3), os presidentes dos 91 tribunais brasileiros, sob a coordenação do CNJ, aprovarão as metas nacionais e específicas do Judiciário para o ano de 2022. O secretário de Modernização e Gestão Estratégica do TSE, Bruno Cezar Andrade de Souza, representou a Corte Eleitoral no encontro.

Ao abordar o panorama dos tribunais superiores, com os resultados alcançados em 2021, ele afirmou que as principais entregas que o TSE apresentou em 2021 são menos de dados e mais de iniciativas. “O grande marco de 2021 em relação ao Tribunal foi a aproximação com o CNJ. Houve uma parceria em relação a ouvir algumas especificidades da Justiça Eleitoral. A partir disso, demos andamento a uma série de situações que, antes, não conseguíamos atender ou que, por falta de diálogo, a gente tentava atender, mas barreiras impediam”, explicou.

O secretário conseguiu, a partir de exemplos, demonstrar os benefícios da aproximação com o CNJ. “Começamos o saneamento da base de dados do DataJud. Os Tribunais Regionais Eleitorais [TREs] já faziam esse serviço com mais frequência, mas, a partir de 2021, o TSE também passou a praticar esse saneamento das bases de dados. E, além disso, nesse fomento de inovação, em 2020, foi criado o Laboratório de Inovações da Justiça Eleitoral, que atende hoje 19 TREs que têm as áreas de inovação aderidas a esse laboratório nacional”, informou Bruno.

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Ele ainda falou sobre as perspectivas para o futuro da Corte Eleitoral: “O TSE espera que o futuro seja de uma maior previsibilidade, tanto para as questões de planejamento, quanto para as questões de inovação da Justiça Eleitoral, porque a partir dessa previsibilidade a gente consegue efetivamente executar aquilo que se planejou. Conseguiremos fazer um planejamento ao longo desses seis próximos anos, seguindo o alinhamento com o planejamento do Poder Judiciário”.

JM/LC, DM com informações do CNJ

Fonte: TSE

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