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William Shatner, o Capitão Kirk, se torna a pessoa mais velha a ir ao espaço

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William Shatner e Jeff Bezos após voo
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William Shatner e Jeff Bezos após voo

Aos 90 anos, o ator William Shatner, que interpretou o eterno Capitão Kirk, de Jornada nas Estrelas,  se tornou a pessoa mais velha a ir ao espaço nesta quarta-feira (13). Ele viajou até a órbita da Terra a bordo da nave New Shepard, da empresa de turismo espacial Blue Origin, do bilionário Jeff Bezos. O recorde era da aviadora Wally Funk, de 82 anos, que foi ao espaço junto de Bezos  em julho deste ano.

Depois do pouso, Shatner se emocionou ao agradecer Bezos pela experiência. “O que você me deu é a experiência mais profunda que eu poderia ter. Eu estou tão cheio de emoção que… é extraordinário”, disse ele. Bezos o abraçou em seguida.

O ator perdeu as palavras ao tentar explicar o que vivenciou, e disse que a coisa mais bonita foi a “maciez” do azul da Terra, contrastando com o preto do espaço. “Embaixo é a mãe Terra, é conforto. E em cima, tudo preto, é… morte? É isso que a morte é?”, refletiu.

“Espero nunca me recuperar disso. Não quero perder o que eu vi. É tão maior do que estar vivo”, comentou. “Eu adoraria comunicar o momento em que você vê a vulnerabilidade de tudo. É tão pequeno. Esse ar, que nos mantém vivos, é mais fino que a pele, é uma lasca, é inimaginavelmente pequeno quando você pensa em termos do universo”, afirmou.

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Shatner foi um dos quatro tripulantes da missão NS-18, da Blue Origin. Ao lado dele estavam dois clientes da empresa, Chris Boshuizen, cofundador do Planet Labs, e Glen de Vries, cofundador da Medidata, além de Audrey Powers, vice-presidente de missões e operações de voo da Blue Origin.

A tripulação ficou 11 minutos viajando, sendo quatro deles em gravidade zero. Confira as imagens do voo espacial:

Segundo voo tripulado da Blue Origin. Foto: Reprodução/Youtube

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Cápsula da nave da Blue Origin. Foto: Reprodução/Youtube

Audrey Powers e Jeff Bezos antes do voo. Foto: Reprodução/Youtube

Tripulação antes do voo. Foto: Reprodução/Youtube

Foguete sendo lançado. Foto: Reprodução/Youtube

Foguete sendo lançado. Foto: Reprodução/Youtube

Foguete subindo. Foto: Reprodução/Youtube

Foguete subindo. Foto: Reprodução/Youtube

Foguete e cápsula se separam. Foto: Reprodução/Youtube

Foguete descendo. Foto: Reprodução/Youtube

Foguete pousando. Foto: Reprodução/Youtube

Foguete após pouso. Foto: Reprodução/Youtube

Foguete após pouso. Foto: Reprodução/Youtube

Cápsula descendo. Foto: Reprodução/Youtube

Cápsula descendo. Foto: Reprodução/Youtube

Cápsula descendo. Foto: Reprodução/Youtube

Cápsula pousando. Foto: Reprodução/Youtube

Cápsula após pouso. Foto: Reprodução/Youtube

Cápsula após pouso. Foto: Reprodução/Youtube


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Amazon é acusada de mentir para Congresso dos EUA em investigação antitruste

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Executivos da Amazon, incluindo o fundador e ex-diretor executivo da varejista, Jeff Bezos, estão sendo acusados de mentir ao Congresso dos EUA em depoimentos dados em 2019, quando foram convocados para explicar sobre o uso de dados de vendedores. Em carta, congressistas democratas e republicanos apontam que, na pior das hipóteses, membros da liderança da companhia “mentiram ao Congresso, violando uma lei criminal federal”.

Jeff Bezos não é mais CEO da Amazon (Imagem: Daniel Oberhaus / Flickr)
Jeff Bezos não é mais CEO da Amazon (Imagem: Daniel Oberhaus / Flickr)

O Congresso americano vem investigando a atuação da Amazon no mercado digital desde 2019. Foi neste ano em que políticos convocaram o ex-CEO Jeff Bezos para uma oitiva, com o objetivo de entender como a varejista usava dados internos dos vendedores de seu marketplace, e se ela obtinha vantagem com o uso dessas informações.

Congresso diz que Bezos pode ter cometido crime

Jeff Bezos disse ao subcomitê antitruste — parte do Comitê Judicial do Congresso — que a Amazon proíbe funcionários de usarem dados de vendedores para manipular resultados nas pesquisas e beneficiar produtos de marca própria.

Mas uma investigação da Reuters aponta que a Amazon não só usou dados de vendedores e privilegiou produtos de marca própria na ferramenta de busca do site na Índia; ela fez cópias descaradas de produtos que vendiam bem no país, e classificou os produtos plagiados como “linha própria”.

Congressistas democratas e republicanos enviaram ao atual diretor-executivo da Amazon, Andy Jassy, uma carta na segunda-feira (18). No documento, os políticos acusam Bezos de ter enganado o Congresso dos EUA, ou simplesmente ter mentido sobre as práticas de sua própria empresa. A segunda opção viola a lei federal criminal.

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A carta avisa que o comitê antitruste americano, que tomou o depoimento de Bezos, está “considerando a ajuda do Departamento de Justiça para decidir se deve haver uma investigação criminal apropriada”. Ela também cita que a reportagem da Reuters e de outros veículos “diretamente contradiz o depoimento e a representação dos maiores executivos da Amazon”.

CEO da Amazon tem “última chance” para redimir empresa

O outro executivo da varejista que testemunhou ao Congresso dos EUA foi o sócio do conselho geral da Amazon, Nate Sutton. Também em 2019, quando perguntado pelo subcomitê antitruste se a companhia faz mudanças ao algoritmo para promover os próprios produtos aos clientes, Sutton afirmou que “Os algoritmos estão otimizados para prever o que o consumidor quer comprar, não importando quem vende o produto”.

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Mas se a nota acusa o ex-CEO de ter mentido junto ao sócio da Amazon, ela também dá uma “última chance” para o atual chefe da companhia de providenciar documentos e outras provas que corroboram com os depoimentos e afirmações feitas em 2019.

Os congressistas explicam na carta que Andy Jassy tem até 1º de novembro para responder oficialmente sobre “como a Amazon usa dados privados e individuais de seus vendedores para criar suas marcas próprias”, e como a companhia as favorece em resultados de busca.

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Andy Jassy, atual presidente da Amazon que sucedeu Jeff Bezos ao cargo em julho (Imagem: Fortune Brainstorm TECH 2014/ Flickr)

Por fim, os congressistas afirmam na carta:

“Nós fortemente aconselhamos que você [Andy Jassy] use essa oportunidade para corrigir o que foi falado no Comitê com um juramento verdadeiro e preciso a essa carta, já que estamos considerando acionar o Departamento de Justiça, que deve avaliar se uma investigação criminal sobre o caso é apropriada.”

Amazon responde à carta do Congresso

Em pronunciamento, um porta-voz da empresa disse que “a Amazon e seus executivos não enganaram o Comitê”. A companhia também diz que está “buscando corrigir os artigos imprecisos veiculados pela mídia”.

E acrescentou:

“Como nós previamente afirmamos, temos uma política interna, que vai além da de qualquer outro varejista, que proíbe o uso de dados de vendedores individuais para desenvolver produtos próprios da Amazon. Nós investigamos qualquer alegação de que essa diretriz tenha sido violada e tomamos as medidas cabíveis nesses casos.”

A carta do Congresso à Amazon é mais um sinal de rusga entre a política americana e as chamadas big techs, que incluem empresas como Apple, Amazon, Facebook, e a Alphabet, controladora do Google. Todas vêm enfrentando processos e lidando com investigações antitruste ao redor do mundo — dos EUA até o Japão.

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