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Black Shark 4S é lançado com tela de 144 Hz sensível à pressão

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Black Shark 4S
Divulgação/Xiaomi

Black Shark 4S

A espera acabou. O Black Shark 4S e a variante Black Shark 4S Pro enfim foram oficializados nesta quarta-feira (13) na China. Os novos smartphones gamers chegam ao mercado com visual que remete ao ASUS ROG Phone e nas especificações podemos destacar a tela AMOLED de 6,67 polegadas com taxa de atualização de 144 Hz com zonas sensíveis à pressão, processadores Snapdragon 870 e 888 Plus, e suporte ao Wi-Fi 6.

Com luzes RGB, o Black Shark 4S, equipado com o processador Snapdragon 870, é o modelo mais parecido com o ROG Phone, quando analisamos o design. Já o Black Shark 4S Pro, versão que aposta num design mais invocado, é lançado com o Qualcomm Snapdragon 888+. Os consumidores poderão encontrar os aparelhos em três configurações: com 8 GB, 12 GB ou 16 GB de RAM e armazenamento interno de 128 GB, 256 GB e 512 GB.  

Black Shark 4S e 4S Pro têm tela de 144 Hz que é sensível à pressão

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Na frente, tanto o Black Shark 4S como o Black Shark 4S Pro apostam num painel E4 AMOLED de 6,67 polegadas com resolução Full HD+ (2400 x 1080 pixels). Os aparelhos ainda entregam ao consumidor taxa de atualização de 144 Hz, para deixar a navegação e jogatina mais fluidas, e taxa de amostragem de toque de 710 Hz. Vale lembrar que o ROG Phone 5, ROG Phone 5S e o ROG Phone 5S Pro, já lançados no Brasil, também entregam taxa de 144 Hz. Outro destaque dos novos celulares da Xiaomi é a sensibilidade à pressão que favorece a jogatina.

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Nas câmeras, eles contam com três lentes agrupadas horizontalmente. O conjunto é formado por uma câmera principal de 48 megapixels (Black Shark 4S) e de 64 megapixels (Black Shark 4S Pro), uma ultrawide de 8 megapixels com ângulo de visão de 120 graus e um sensor macro de 5 megapixels. A frontal, por sua vez, é de 20 megapixels de resolução.

Alto-falante estéreo, sensor de impressão digital, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.2, NFC, suporte ao 5G e entrada para fones de ouvido de 3,5 mm completam as especificações. Eles têm bateria de 4.500 mAh e suporte a carregamento rápido de 120 W.

Não há informações sobre o lançamento de ambos no Brasil. Os preços na China são os seguintes:

Black Shark 4S

  • 8 GB + 128 GB – ¥2,699 (R$ 2.327) 
  • 12 GB + 128 GB – ¥2,999 (R$ 2.586) 
  • 12 GB + 256 GB – ¥3,299 (R$ 2.845) 
  • Gundam Limited Edition (12 GB + 256 GB) – ¥3,499 (R$ 3.017) 
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Black Shark 4S Pro

  • 12 GB + 256 GB – ¥4,799 (R$ 4.138) 
  • 16 GB + 512 GB – ¥5,499 (R$ 4.742) 

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Amazon é acusada de mentir para Congresso dos EUA em investigação antitruste

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Executivos da Amazon, incluindo o fundador e ex-diretor executivo da varejista, Jeff Bezos, estão sendo acusados de mentir ao Congresso dos EUA em depoimentos dados em 2019, quando foram convocados para explicar sobre o uso de dados de vendedores. Em carta, congressistas democratas e republicanos apontam que, na pior das hipóteses, membros da liderança da companhia “mentiram ao Congresso, violando uma lei criminal federal”.

Jeff Bezos não é mais CEO da Amazon (Imagem: Daniel Oberhaus / Flickr)
Jeff Bezos não é mais CEO da Amazon (Imagem: Daniel Oberhaus / Flickr)

O Congresso americano vem investigando a atuação da Amazon no mercado digital desde 2019. Foi neste ano em que políticos convocaram o ex-CEO Jeff Bezos para uma oitiva, com o objetivo de entender como a varejista usava dados internos dos vendedores de seu marketplace, e se ela obtinha vantagem com o uso dessas informações.

Congresso diz que Bezos pode ter cometido crime

Jeff Bezos disse ao subcomitê antitruste — parte do Comitê Judicial do Congresso — que a Amazon proíbe funcionários de usarem dados de vendedores para manipular resultados nas pesquisas e beneficiar produtos de marca própria.

Mas uma investigação da Reuters aponta que a Amazon não só usou dados de vendedores e privilegiou produtos de marca própria na ferramenta de busca do site na Índia; ela fez cópias descaradas de produtos que vendiam bem no país, e classificou os produtos plagiados como “linha própria”.

Congressistas democratas e republicanos enviaram ao atual diretor-executivo da Amazon, Andy Jassy, uma carta na segunda-feira (18). No documento, os políticos acusam Bezos de ter enganado o Congresso dos EUA, ou simplesmente ter mentido sobre as práticas de sua própria empresa. A segunda opção viola a lei federal criminal.

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A carta avisa que o comitê antitruste americano, que tomou o depoimento de Bezos, está “considerando a ajuda do Departamento de Justiça para decidir se deve haver uma investigação criminal apropriada”. Ela também cita que a reportagem da Reuters e de outros veículos “diretamente contradiz o depoimento e a representação dos maiores executivos da Amazon”.

CEO da Amazon tem “última chance” para redimir empresa

O outro executivo da varejista que testemunhou ao Congresso dos EUA foi o sócio do conselho geral da Amazon, Nate Sutton. Também em 2019, quando perguntado pelo subcomitê antitruste se a companhia faz mudanças ao algoritmo para promover os próprios produtos aos clientes, Sutton afirmou que “Os algoritmos estão otimizados para prever o que o consumidor quer comprar, não importando quem vende o produto”.

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Mas se a nota acusa o ex-CEO de ter mentido junto ao sócio da Amazon, ela também dá uma “última chance” para o atual chefe da companhia de providenciar documentos e outras provas que corroboram com os depoimentos e afirmações feitas em 2019.

Os congressistas explicam na carta que Andy Jassy tem até 1º de novembro para responder oficialmente sobre “como a Amazon usa dados privados e individuais de seus vendedores para criar suas marcas próprias”, e como a companhia as favorece em resultados de busca.

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Andy Jassy, atual presidente da Amazon que sucedeu Jeff Bezos ao cargo em julho (Imagem: Fortune Brainstorm TECH 2014/ Flickr)

Por fim, os congressistas afirmam na carta:

“Nós fortemente aconselhamos que você [Andy Jassy] use essa oportunidade para corrigir o que foi falado no Comitê com um juramento verdadeiro e preciso a essa carta, já que estamos considerando acionar o Departamento de Justiça, que deve avaliar se uma investigação criminal sobre o caso é apropriada.”

Amazon responde à carta do Congresso

Em pronunciamento, um porta-voz da empresa disse que “a Amazon e seus executivos não enganaram o Comitê”. A companhia também diz que está “buscando corrigir os artigos imprecisos veiculados pela mídia”.

E acrescentou:

“Como nós previamente afirmamos, temos uma política interna, que vai além da de qualquer outro varejista, que proíbe o uso de dados de vendedores individuais para desenvolver produtos próprios da Amazon. Nós investigamos qualquer alegação de que essa diretriz tenha sido violada e tomamos as medidas cabíveis nesses casos.”

A carta do Congresso à Amazon é mais um sinal de rusga entre a política americana e as chamadas big techs, que incluem empresas como Apple, Amazon, Facebook, e a Alphabet, controladora do Google. Todas vêm enfrentando processos e lidando com investigações antitruste ao redor do mundo — dos EUA até o Japão.

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