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OMS anuncia grupo que estudará novos patógenos

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou hoje (13) a criação de um grupo de experts científicos para auxiliar, como conselheiros, na análise do surgimento de novos patógenos. Um patógeno é um organismo capaz de gerar enfermidades em um ser humano, como um vírus ou uma bactéria.

O brasileiro Carlos Morel foi incluído no grupo, formado por 26 especialistas de diversos países. Ele é o diretor do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O grupo, cuja sigla em inglês é Sago, vai contribuir com subsídios à OMS no desenvolvimento de um conjunto de diretrizes para definir e guiar estudos sobre a origem e o reaparecimento de patógenos com potencial epidêmico e pandêmico.

A pandemia do novo coronavírus evidenciou os riscos da disseminação em escala global de novos patógenos. Mas o vírus, denominado tecnicamente de Sars-Cov-2, é um entre outros que já tiveram impactos importantes.

Investigações científicas

Em relação a essa atual pandemia, o grupo irá fazer uma avaliação sobre as investigações científicas sobre a origem do vírus e indicar novas necessidades de pesquisas sobre o tema.

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Ao fazer o anúncio, a OMS destacou que o novo coronavírus não será o último vírus ou patógeno com potencial epidêmico ou pandêmico. Por isso, o grupo recebeu a incumbência de elaborar propostas de linhas gerais e protocolos de ação.

Foram selecionados especialistas em diversas áreas, como epidemiologia, ecologia, saúde animal, virologia, biologia molecular, medicina clínica, segurança alimentar, biossegurança e saúde pública.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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SAÚDE

Covid-19: USP apresenta proposta de vacina de spray para Anvisa

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Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) se reuniram com representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) hoje (19) para apresentar uma pesquisa em andamento para desenvolver uma vacina contra a covid-19 utilizando o dispositivo da aplicação por spray.

O projeto encontra-se na chamada fase pré-clínica. Este nome é dado quando uma pesquisa está na etapa de análises em laboratório e em testes com animais.

Depois disso, o produto poderá ser avaliado em exames clínicos com humanos. Mas, segundo a Anvisa, a equipe de pesquisadores da USP não informou aos representantes da agência quando esse avanço para as novas fases deverá ocorrer.

Os integrantes da Anvisa tiraram dúvidas e elencaram requisitos e parâmetros técnicos necessários para a submissão de solicitação de autorizações e ou registros definitivos junto ao órgão regulador.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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