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Covid-19: cerca de 2 milhões de pessoas no Rio não tomaram 1ª dose

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O Panorama Covid-19, divulgado nesta sexta-feira (24) pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro mostra um cenário de desaceleração dos indicadores precoces da doença. Embora os dados ainda apresentem crescimento, já é possível observar uma tendência de queda. A análise considera os dados registrados na semana de 13 a 18 de junho.

O secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe, alerta que “aproximadamente 1,5 milhão de pessoas ainda não retornaram aos postos para completar o esquema vacinal primário (2ª dose) e cerca de 2 milhões ainda não receberam nenhum imunizante. 

“A vacina é a melhor forma que temos para prevenir as formas graves e os óbitos por covid-19. Fazemos um apelo para que a população procure os postos de saúde para se vacinar”, afirmou.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, os atendimentos a casos de síndrome gripal nas Unidades de Pronto Atendimento da rede estadual (UPAs) aumentaram 6% em relação à semana anterior. Na semana de 6 a 12 de junho, a média diária de atendimentos foi de 568, sendo 261 pediátricos. Já entre os dias 13 e 18 de junho, a média diária foi de 604 atendimentos, sendo 244 pediátricos.

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A nota diz ainda que na última semana, foram realizados em média 6.620 testes de antígeno por dia, sendo a positividade de 34%. Em relação ao RT-PCR, estão sendo analisados em média 370 exames por dia, com positividade de 36%. Na semana de 06 a 12 de junho, a positividade dos testes de antígeno estava em 30% e a dos exames de RT-PCR, em 28%.

Quanto às solicitações de leito para tratamento da covid-19, a média diária foi de 18 para UTI e 13 de enfermaria. Na semana de 6 a 12 de junho, foram 13 solicitações para UTI e 14 de enfermaria. O mesmo padrão pode ser observado no número de pessoas aguardando um leito. A média diária é de 34 UTI e 25 para enfermaria. Importante ressaltar que a fila é dinâmica e, ao longo das 24h, pessoas entram e saem dessa fila.

Para consultar o Panorama Covid, como número de internações, óbitos e taxa de cobertura vacinal, basta acessar o Painel de Monitoramento da Covid-19.

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Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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Rio lança pacto para combate à mortalidade por tuberculose

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Um pacto para o enfrentamento à tuberculose no estado do Rio de Janeiro foi lançado nesta terça-feira (16) com a assinatura de um conjunto de ações de combate à doença que envolverá 92 municípios fluminenses nos próximos cinco anos. O Rio de Janeiro é o primeiro estado do país em taxa de mortalidade por tuberculose e o segundo com maior taxa de incidência de casos. 

Os dados sobre abandono de tratamento também são altos: cerca de 19% dos pacientes pararam de tomar os medicamentos antes do período indicado de seis meses em 2020. O conjunto de medidas visa reduzir a incidência e a mortalidade pela doença.
 
“Estamos garantindo recursos na ordem de R$ 246,3 milhões para os próximos cinco anos, ou seja, investimento a médio e a longo prazo, independentemente do gestor. Com isso, vamos aumentar a cura, o tratamento, a testagem e intensificar a atenção ao abandono. Esses recursos foram destinados pela Alerj [Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro] e se somam à verba que a secretaria já investe anualmente”, disse o secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe.

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O Plano de Fortalecimento das Ações de Controle à Tuberculose no Estado Rio de Janeiro tem como proposta ampliar e potencializar as ações de combate à doença. Os parceiros no projeto são a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que, por meio de cooperação técnica, será a responsável por administrar os recursos; os municípios, que colocarão os projetos em prática, e o Ministério da Saúde.

De acordo com o representante da Opas, Kleidson Andrade, a tuberculose acomete 10 milhões de pessoas no mundo, provocando 1,5 milhão mortes por ano. Para ele, o Plano de Fortalecimento de Controle à Tuberculose é um momento ímpar na história do estado.

“O Brasil registra um terço dos casos da doença nas Américas e a incidência no estado do Rio de Janeiro é alarmante. O pacto de enfrentamento à tuberculose une forças e armas contra a enfermidade. A Opas apoia a Secretária de Saúde na condução dessas ações, além de colaborar na execução e no gerenciamento de programas”, explicou.

Reforço alimentar

A coordenadora geral de Doenças Respiratórias do Ministério da Saúde, Patrícia Bartholomai, acredita que o reforço alimentar para os pacientes em tratamento e o aumento na realização dos diagnósticos melhorem os indicadores.

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“O projeto está em seu momento de estruturação para poder avançar com consistência nos próximos anos. Acredito que o suporte social vai poder fazer a diferença e melhorar os dados de cura da tuberculose”, disse a representante do ministério.

Dados no estado

Em 2021, o estado do Rio de Janeiro notificou 16.099 casos de tuberculose de todas as formas, sendo 12.986 de novos casos. A taxa de incidência foi de mais de 74 casos por 100 mil habitantes. Em 2020, foram 11.623 novas ocorrências da doença.

Atualmente, o Rio de Janeiro ocupa a segunda posição no ranking nacional de incidência de tuberculose, sendo o primeiro em mortalidade por essa causa. Ao longo dos anos, o número de óbitos por tuberculose tem aumentado. Em 2019, foram 659 mortes. Em 2020, 765 óbitos, e 876, em 2021.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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