POLÍTICA NACIONAL

Plenário confirma indicada para ouvidoria da ANA

O Plenário do Senado confirmou, nesta quarta-feira (12), a indicação de Renata Lúcia Medeiros de Albuquerque Emerenciano para ocupar o cargo de ouvidora da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Foram 58 votos a favor e apenas um contrário, além de uma abstenção. Mais cedo, o nome da indicada (MSF 67/2025) já havia sido aprovado em sabatina na Comissão de Meio Ambiente (CMA).

Renata Lúcia foi indicada pelo Executivo para a vaga decorrente do término do mandato de Ricardo Medeiros de Andrade. Graduada em direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), ela tem pós-graduação em direito público.

Desde 2019, a indicada trabalha atualmente na agência, onde exerce o cargo de coordenadora de ouvidoria e substituta da ouvidora-geral. Durante a reunião na CMA, Renata Emerenciano informou que tem trajetória de 20 anos como servidora pública.

A indicação teve parecer favorável da senadora Leila Barros (PDT-DF), que destacou as qualidades da indicada. 

— Renata Lúcia preenche todos os requisito e tem uma enorme experiência. Só desejo sorte a ela, pois tenho certeza de que vai desempenhar um grande trabalho na agência — afirmou a senadora, no Plenário. 

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ANA

A ANA é a agência federal responsável por implementar a Política Nacional de Recursos Hídricos e promover a regulação e a fiscalização do uso da água no país. Com o novo Marco Legal do Saneamento (Lei 14.026, de 2020), a agência passou a atuar também na regulação do setor de saneamento básico.

A função da ouvidoria da ANA é garantir o recebimento das demandas da sociedade, promovendo melhorias na prestação dos serviços públicos e contribuindo para o fortalecimento da governança institucional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova regras nacionais de segurança para escolas de natação infantil

A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7119/25, que estabelece diretrizes nacionais de segurança, prevenção de acidentes e primeiros socorros em escolas de natação para crianças.

A proposta determina que esses estabelecimentos devem contar permanentemente com profissionais habilitados e capacitados especificamente para o público infantil. O texto também define limites técnicos de quantidade de crianças por instrutor para garantir uma supervisão individualizada e contínua.

Pelo projeto, as academias e escolas de natação deverão dispor de equipamentos de segurança aquática e manter um plano de emergência estruturado para casos de afogamento ou mal súbito. As regras de infraestrutura incluem a obrigatoriedade de pisos antiderrapantes, cercamento de piscinas e controle rigoroso de acesso às áreas aquáticas. Além disso, os profissionais deverão realizar treinamentos periódicos em técnicas de ressuscitação cardiopulmonar.

O autor da proposta, deputado Amom Mandel (Republicanos-AM), argumenta que a falta de diretrizes nacionais uniformes contribui para diferenças de padrão entre as escolas.

O relator, deputado Luiz Lima (Novo-RJ), que é ex-atleta olímpico e formado em Educação Física, defendeu o projeto por considerar que o ambiente aquático exige protocolos rigorosos. “A piscina é espaço de aprendizado, disciplina e superação, mas também exige preparo técnico, supervisão constante e protocolos rigorosos de segurança, sobretudo quando se trata do público infantil”, pontuou.

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O texto aprovado contém apenas uma mudança técnica sugerida pelo relator, que excluiu o prazo fixo de regulamentação, permitindo que o Poder Executivo estabeleça livremente os critérios para a fiscalização da lei.

Estabelecimentos que não seguirem as novas diretrizes estarão sujeitos a sanções administrativas, civis e penais.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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