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Paraná: Homem que apalpou mulheres na rua fez ao menos 11 vítimas

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Homem assediou ao menos 11 mulheres em Ibiporã
Reprodução/RPC

Homem assediou ao menos 11 mulheres em Ibiporã

Chegou a 11 o número de vítimas que denunciaram um homem por importunação sexual, em Ibiporã, no Paraná. Os casos vieram à tona depois que câmeras de segurança flagraram o suspeito se aproximando de moto e apalpando duas mulheres, nas ruas da cidade, em 8 de outubro.

Na ocasião, o suspeito foi preso em flagrante. Uma das vítimas anotou a placa da motocicleta conduzida pelo homem e acionou a polícia. Com a informação do veículo, os investigadores conseguiram localizar o suspeito. Ele foi detido em Jataizinho, município que fica a 8 km de Ibiporã. No mesmo dia, três vítimas foram à delegacia da cidade e reconheceram o autor dos crimes.

“Nós fizemos o flagrante pela importunação de duas mulheres. Mas já tínhamos uma investigação em curso, casos assim já tinham ocorrido algumas vezes antes. Só que a maior parte das vítimas não havia feito registro de ocorrência, talvez por receio, medo ou vergonha das circunstâncias. Mas depois da prisão, conseguimos verificar situações anteriores e o número de vítimas chegou a 11”, afirmou o delegado Vitor Dutra.

O suspeito de 22 anos ficou uma semana preso. Ele foi solto na última sexta-feira e passou a ser monitorado com tornozeleira eletrônica. A decisão judicial também estabeleceu que o assediador não pode sair de casa nos fins de semana, feriados e no período noturno.

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Imagens de câmeras de segurança também ajudaram a identificar o suspeito. A motocicleta usada pelo homem, cuja placa foi anotada por uma vítima, aparece em vídeos feitos por sistemas de monitoramento espalhados por Ibiporã.

Em um deles, há imagens de duas mulheres caminhando pela rua. O suspeito passa pela dupla, vai até a esquina e depois retorna. Ele se aproxima das vítimas, que estão de costas, e passa a mão em uma delas. O vestido da mulher se levanta e seu corpo fica exposto.

O inquérito está em andamento e há expectativa de que outras mulheres procurem a delegacia. De acordo com Dutra, há “elementos suficientes para formar o convencimento de que o suspeito é autor dos crimes”. Para o investigador, os relatos das 11 vítimas são consistentes, descrevem situações com características semelhantes e demonstram um modo de atuação.

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Castro rejeita ‘desespero’ e quer debater sobre réveillon com prefeitos do Rio

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Cláudio Castro, governador do do Rio de Janeiro
Luis Alvarenga / Governo do Estado do Rio de Janeiro

Cláudio Castro, governador do do Rio de Janeiro

No momento em que o mundo discute novas medidas para tentar frear a nova variante da Covid-19 e no Brasil há questionamentos se haverá condições para a realização do carnaval, o governador Claudio Castro diz que primeiro é preciso definir se a festa de réveillon terá condições de ser realizada . O governador do Rio diz estar conversando com os prefeitos fluminenses sobre o tema e irá tomar a decisão sobre a festa na virada junto com os municípios.

O chefe do executivo estadual afirmou ainda que “o estado do Rio é a porta para a entrada de estrangeiros no país” e que está acompanhando junto da Secretaria estadual de Saúde como é a nova variante para evitar que ele chegue no Rio.

“Ontem a noite eu me reuni com o secretário de Saúde e perguntei a questão da variante. (Ele me disse que) a Saúde está atenta sobre o que está acontecendo no mundo. Por enquanto, o que se sabe da variante é que ela é mais transmissível e menos agressiva. Nesse momento, os índices são muito bons. Estamos em na bandeira verde. Temos conversado com os prefeitos e vamos tomar essa decisão (de cancelar o réveillon ou não) juntos. Para essa semana não há necessidade. Estamos recebemos relatórios diários para entendermos até que ponto teremos necessidade”, disse Castro, que completou:

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“(Neste momento) Não é hora de falar de carnaval. A hora é olhar para o réveillon. Na fotografia de hoje não há desespero (para evitar a festa). Vou à Brasília, amanhã, para entender o que eles estão pensando. O Rio é a porta de entrada para o país. O meu estado é primeiro a ser impactado por qualquer nova cepa. Temos está está bem preparado com isso”, destacou.

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Uso de máscaras em locais fechados não será flexibilizado

O governador ainda afirmou que não haverá flexibilização para o fim do uso das máscaras em locais fechados no momento.

“Um estudo tem sido feito para fazer a retirada das máscaras em locais fechados. Vimos que ela já poderia ser retirada em locais abertos olhando o cenário internacional e número de casos no estado. Nesse momento estamos olhando para a cepa, que preocupa, e por hora não há sinalizações dos técnicos para debater novas flexibilizações. Ou seja, não teremos o fim o uso da máscara.”

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