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Nível de rio sobe e deixa bairros submersos no interior do Pará

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Cerca de 1.700 famílias estão sem abrigo na cidade
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Cerca de 1.700 famílias estão sem abrigo na cidade

A cidade de Marabá, no interior do Pará , foi atingida por fortes chuvas nos últimos dias. Parte do município ficou submersa e o abastecimento de energia elétrica foi cortado. Cerca de 1.700 famílias estão desabrigadas. Os bairros afetados pela interrupção do fornecimento de eletricidade foram Vale do Itacaiunas, Filadélfia e na Folha 33, segundo a Equatorial, concessionária que distribui eletricidade no Pará.

A interrupção do fornecimento de energia aos bairros atingidos pela enchente foi um pedido da Defesa Civil da região. Em alguns trechos da cidade, só é possível atravessar de canoa ou bote. Nas últimas 12 horas, o Rio Tocantins subiu 9 cm.

Ao todo, o rio está marcando 12 metros e 36 centímetros. Nos meses de janeiro e fevereiro, é comum que o nível do rio Tocantins e do afluente Itacaiúna aumente, mas neste mês está chegando a 13 metros acima da média, deixando casas com água até o telhado e carros submersos nas regiões mais críticas. A Defesa Civil pede para que as famílias afetadas não esperem a água baixar, mas que saiam das casas alagadas e busquem abrigo em outro lugar.


Confira onde deixar doações para as famílias afetadas pela cheia em Marabá:

  • Central Única das Favelas no Pará (Cufa): Travessa Moura Carvalho, número 102 – B, no bairro da Campina, distrito de Icoaraci – Belém. Doações de: alimentos, roupas, cobertores e fralda.
  • Sede da Secretaria de Assistência Social, Proteção e Assuntos Comunitários (SEASPAC): Travessa da Fonte, bairro Amapá, Marabá (em frente ao CAP e ao lado do Ministério Público Estadual)
  • Sede da Defesa Civil Municipal: Rua 7 de Junho, nº 1020, Marabá Pioneira. A arrecadação é das 8 às 16 horas. Os itens prioritários são alimentos não-perecíveis, itens de higiene pessoal, roupas e artigos de cama, mesa e banho.

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IBGE confirma início do Censo em 1ª de agosto

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Aparelho onde as informações do Censo serão registradas
Arquivo / Agência Brasil

Aparelho onde as informações do Censo serão registradas

Quase dois anos após a data inicialmente prevista, o Censo Demográfico 2022 já tem data para começar: 1º de agosto. Antes marcada para 2020, exatamente dez anos após a última coleta de dados, em 2010, a pesquisa teve que ser adiada em razão da pandemia de covid-19.

A data foi confirmada pelo IBGE hoje (25), um dia depois da sanção do Orçamento da União, que prevê R$ 2,2 milhões para o Censo.

Inicialmente, os técnicos esperavam que os recenseadores começassem as visitas ainda em junho, mas o cronograma foi ajustado para a troca da banca responsável pelo concurso que vai contratar os profissionais.

Entre agosto e outubro, espera-se que eles visitem mais de 70 milhões de domicílios em todo o país. Como medida de segurança, o IBGE afirmou que seguirá protocolos sanitários de saúde contra a covid-19 como o uso de máscaras, higienização das mãos e distanciamento social durante as visitas.

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Além da entrevista presencial, a população poderá participar do Censo pela internet ou por telefone. Uma Central de Apoio à Coleta está à disposição dos cidadãos para esclarecer dúvidas de acesso e fornecer o suporte necessário.

Vale lembrar que todos os recenseadores do IBGE estarão uniformizados com bonés e coletes azuis com a logomarca do órgão. No colete, o funcionário apresentará também um crachá com identidade e matrícula do entrevistador. As informações serão registradas em aparelho semelhante a um smartphone, na cor azul. Para confirmar a identidade dos entrevistadores, basta acessar respondendo.ibge.gov.br ou ligar para 0800 721 8181.

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