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Nasa lança sonda para desviar trajetória de asteroide

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A Nasa, agência espacial norte-americana, lançou na madrugada de hoje (24) uma sonda que tem a possibilidade de desviar um asteroide da órbita da terra, batendo em um pequeno planeta a uma velocidade de 240 mil quilômetros (km) por hora.

A missão, batizada da Dart (dardo, em tradução simples), decolou da base de Vandenberg, na Califórnia, a bordo do foguete da Falcon 9 da SpaceX.

A nave é menor que um automóvel e tem dois longos painéis solares. Deve atingir no próximo outono, em cerca de dez meses, um asteroide do tamanho de um campo de futebol (cerca de 160 metros de diâmetro), que estará localizado a 11 milhões de km da Terra.

O asteroide, chamado Dimorfos, é uma lua que orbita um asteroide maior, o Didymos (780 metros de diâmetro). A lua de Dimorfos é um dos menores objetos astronômicos a receber um nome permanente e um dos 27.500 asteroides conhecidos perto da Terra, de todos os tamanhos, rastreados pela Nasa.

Para dar a volta ao maior asteroide, o Dimorphos leva 11 horas e 55 minutos. Os cientistas esperam reduzir a órbita em cerca de 10 minutos.

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O asteroide alvo de Dart não representa uma ameaça real e é minúsculo em comparação com a catástrofe do asteroide Chicxulub que atingiu a terra há mais de 66 milhões de anos e levou à extinção dos dinossauros.

O custo total da missão – a primeira interplanetária lançada pela empresa de Elon Musk para a Nasa – é de US$ 330 milhões.

Esta é mais uma das várias missões da Nasa nos últimos anos para explorar e interagir com asteroides, restos rochosos primordiais da formação do sistema solar.

No passado mês, a agência lançou uma sonda, numa viagem aos aglomerados de asteroides de Troia em órbita perto de Júpiter. Já a nave Osires-Rex está de regresso à Terra com uma amostra recolhida em outubro de 2020 do asteroide Bennu.
 

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Cumbre Vieja: mais de 6 mil pessoas ficam desabrigadas por conta das erupções

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 Cumbre Vieja continua causando destruição pela ilha de La Palma
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Cumbre Vieja continua causando destruição pela ilha de La Palma

O fluxo de lava do Cumbre Vieja, em La Palma, na Espanha , atingiu mais cidades que ficam ao redor do vulcão na velocidade de até um metro por segundo. 

No início desta semana, o vulcão ganhou seis novos rios de lava — por onde o material está sendo expelido —, o que pode aumentar os danos às casas, terras e estradas da região.

A ilha de La Palma tem cerca de 80 mil habitantes, no entanto, desde o início da erupção, mais de seis mil moradores precisaram deixar suas casas por já terem sido destruídas ou pelo risco de serem tomadas pela lava do vulcão, de acordo com o portal The Mirror .

erupção começou em 19 de setembro e, desde então, vem gerando caos e deixando a região em estado de alerta.

Fonte: IG Mundo

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