CUIABÁ

MUNDO

Ataque cibernético atinge sites do governo ucraniano

Publicados

em


Sites do governo ucraniano foram alvo, na madrugada de hoje (14) de ataque cibernético em grande escala, que não foi imediatamente reivindicado e ocorre em cenário de alta tensão entre os dois países.

“O site oficial do Ministério da Educação e Ciência está temporariamente fora do ar devido ao ataque global”, anunciou o ministério em sua página no Facebook.

Os sites de outros ministérios, incluindo o das Situações de Emergência, também se encontravam inacessíveis.

Suspeita

O Ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano suspeita que tenha partido da Rússia o ataque cibernético de hoje e lembrou ações semelhantes que teriam sido procedentes de Moscou. O alto representante da diplomacia europeia, Josep Borrel, garantiu que serão mobilizados todos os recursos para ajudar a Ucrânia.

* Com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Após falar com Putin, líder de Belarus diz que não vai se curvar para a Europa
Propaganda

MUNDO

Bachelet pede libertação imediata de presidente de Burkina Faso

Publicados

em


A alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, pediu hoje (25) a “libertação imediata” do presidente do Burkina Faso, Roch Marc Christian Kaboré, deposto por golpe militar no fim de semana.

“Pedimos aos militares que libertem imediatamente o presidente e outros funcionários que tenham sido detidos”, disse Ravina Shamdasani, porta-voz do gabinete de Bachelet, em entrevista em Genebra.

Michelle Bachelet lamenta a tomada do poder pelos militares e “apela ao rápido regresso à ordem constitucional”.

A alta-comissária visitou Burkina Faso em novembro de 2021, quando saudou a realização pacífica de eleições legislativas e presidenciais no ano anterior.

“Tendo em conta imensas ameaças à segurança e os desafios humanitários que o país enfrenta, é mais importante que nunca assegurar que a lei, a ordem constitucional e as obrigações do país, ao abrigo do direito humanitário, sejam plenamente respeitadas”, destacou Shamdasani, acrescentando que o Alto-Comissariado continuará a acompanhar a situação no país.

O presidente francês, Emmanuel Macron, condenou o golpe em Burkina Faso, informando ter estado em contato com “líderes da região” sobre a tomada do poder pelos militares.

“Tive as primeiras discussões com líderes da região, e terei mais nos próximos dias”, disse Macron durante viagem à região do Limousin.

Leia Também:  Enfermeira brasileira é encontrada morta dentro de apartamento em Angola

“Muito claramente, como sempre, estamos ao lado da organização regional Cedeao [Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental] na condenação deste golpe militar”, afirmou o chefe de Estado francês.

Em entrevista na pequena cidade de Saint-Léonard-de-Noblat (Haute-Vienne), Macron lembrou que Kaboré foi eleito democraticamente pelo povo em duas ocasiões. “Foi-me dito que sua integridade física não está ameaçada”, disse.

Segundo o presidente francês, o golpe de Estado “faz parte de uma sucessão de golpes militares extremamente preocupantes, no momento em que a região [do Sahel] deve ter como prioridade a luta contra o terrorismo islâmico”.

Organizações internacionais, especialmente a União Europeia, União Africana e Cedeao, bem como os Estados Unidos (EUA) já manifestaram preocupação com os acontecimentos em Burkina Faso e responsabilizaram as Forças Armadas pela integridade física do presidente Kaboré.

Hoje, cerca de 18 militares anunciaram, na televisão nacional, que chegou “ao fim o poder” de Kaboré, presidente desde 2015 e reeleito para segundo mandato de cinco anos em 2020.

A TV estatal publicou carta manuscrita, assinada por ele, na qual o chefe de Estado disse “apresentar sua demissão”, “no melhor interesse da nação, na sequência dos acontecimentos que aí tiveram lugar” desde domingo.

Leia Também:  Após falar com Putin, líder de Belarus diz que não vai se curvar para a Europa

O golpe de Estado culminou com três dias de manifestações e de motins contra Kaboré em vários quartéis do país.

O poder está agora nas mãos do Movimento Patriótico para a Salvaguarda e Restauração (MPSR) e de seu homem forte, o tenente-coronel Paul-Henri Sandaogo Damiba, comandante da 3.ª Região Militar, que cobre a área oriental, uma das mais afetadas pelos ataques terroristas.

O presidente Kaboré, reeleito em 2020 com promessa de lutar contra terroristas, é cada vez mais contestado pela população, que sofre violência de vários grupos extremistas islâmicos, e pela incapacidade das Forças Armadas de responder ao problema de insegurança.

Os ataques ligados à Al-Qaeda e ao grupo extremista Estado Islâmico têm aumentado sucessivamente desde a chegada ao poder de Kaboré , tirando milhares de vidas e forçando o deslocamento de um número estimado pelas Nações Unidas em 1,5 milhão de pessoas.

Os militares também sofrem baixas desde que a violência extremista começou em 2016. Em dezembro último, mais de 50 integrantes das forças de segurança foram mortos na região do Sahel e nove soldados na região centro-norte, em novembro.

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA