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Após sanções, Coreia do Norte dispara mais 2 projéteis

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Após sanções, Coreia do Norte dispara mais 2 projéteis
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Após sanções, Coreia do Norte dispara mais 2 projéteis

A Coreia do Norte disparou dois projéteis não identificados na manhã desta sexta-feira (14), de acordo com informações divulgadas pela Coreia do Sul.

Esse seria o terceiro exercício militar de Pyongyang apenas neste mês. Em 5 e 11 de janeiro, o regime de Kim Jong-un já havia lançado dois mísseis supostamente hipersônicos em direção ao mar, o que motivou sanções dos Estados Unidos contra cinco cidadãos norte-coreanos.

De acordo com o Estado-Maior da Coreia do Sul, os projéteis desta sexta eram de “curto alcance” e foram disparados de uma base na província de Pyongan do Norte, na fronteira com a China.

“Estamos monitorando as movimentações norte-coreanas e mantendo uma postura de pronta reação”, diz uma nota do comando militar de Seul.

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Também nesta manhã, Pyongyang já havia ameaçado dar uma resposta “mais forte e decidida” às novas sanções impostas pelos EUA, que miram cidadãos norte-coreanos envolvidos na compra de equipamentos para o programa armamentista do regime.

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“Isso demonstra que, embora o atual governo dos EUA esteja alardeando a diplomacia e o diálogo, ainda está absorvido por sua política de isolar e sufocar a Coreia do Norte”, afirmou um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do país comunista, segundo a agência oficial KCNA.

Os últimos testes indicam que o Norte está em busca de novas armas avançadas enquanto as negociações para a desnuclearização da península seguem travadas desde fevereiro de 2019, quando o então presidente dos EUA, Donald Trump, abandonou de forma abrupta uma cúpula com Kim no Vietnã.

Fonte: IG Mundo

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Bachelet pede libertação imediata de presidente de Burkina Faso

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A alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, pediu hoje (25) a “libertação imediata” do presidente do Burkina Faso, Roch Marc Christian Kaboré, deposto por golpe militar no fim de semana.

“Pedimos aos militares que libertem imediatamente o presidente e outros funcionários que tenham sido detidos”, disse Ravina Shamdasani, porta-voz do gabinete de Bachelet, em entrevista em Genebra.

Michelle Bachelet lamenta a tomada do poder pelos militares e “apela ao rápido regresso à ordem constitucional”.

A alta-comissária visitou Burkina Faso em novembro de 2021, quando saudou a realização pacífica de eleições legislativas e presidenciais no ano anterior.

“Tendo em conta imensas ameaças à segurança e os desafios humanitários que o país enfrenta, é mais importante que nunca assegurar que a lei, a ordem constitucional e as obrigações do país, ao abrigo do direito humanitário, sejam plenamente respeitadas”, destacou Shamdasani, acrescentando que o Alto-Comissariado continuará a acompanhar a situação no país.

O presidente francês, Emmanuel Macron, condenou o golpe em Burkina Faso, informando ter estado em contato com “líderes da região” sobre a tomada do poder pelos militares.

“Tive as primeiras discussões com líderes da região, e terei mais nos próximos dias”, disse Macron durante viagem à região do Limousin.

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“Muito claramente, como sempre, estamos ao lado da organização regional Cedeao [Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental] na condenação deste golpe militar”, afirmou o chefe de Estado francês.

Em entrevista na pequena cidade de Saint-Léonard-de-Noblat (Haute-Vienne), Macron lembrou que Kaboré foi eleito democraticamente pelo povo em duas ocasiões. “Foi-me dito que sua integridade física não está ameaçada”, disse.

Segundo o presidente francês, o golpe de Estado “faz parte de uma sucessão de golpes militares extremamente preocupantes, no momento em que a região [do Sahel] deve ter como prioridade a luta contra o terrorismo islâmico”.

Organizações internacionais, especialmente a União Europeia, União Africana e Cedeao, bem como os Estados Unidos (EUA) já manifestaram preocupação com os acontecimentos em Burkina Faso e responsabilizaram as Forças Armadas pela integridade física do presidente Kaboré.

Hoje, cerca de 18 militares anunciaram, na televisão nacional, que chegou “ao fim o poder” de Kaboré, presidente desde 2015 e reeleito para segundo mandato de cinco anos em 2020.

A TV estatal publicou carta manuscrita, assinada por ele, na qual o chefe de Estado disse “apresentar sua demissão”, “no melhor interesse da nação, na sequência dos acontecimentos que aí tiveram lugar” desde domingo.

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O golpe de Estado culminou com três dias de manifestações e de motins contra Kaboré em vários quartéis do país.

O poder está agora nas mãos do Movimento Patriótico para a Salvaguarda e Restauração (MPSR) e de seu homem forte, o tenente-coronel Paul-Henri Sandaogo Damiba, comandante da 3.ª Região Militar, que cobre a área oriental, uma das mais afetadas pelos ataques terroristas.

O presidente Kaboré, reeleito em 2020 com promessa de lutar contra terroristas, é cada vez mais contestado pela população, que sofre violência de vários grupos extremistas islâmicos, e pela incapacidade das Forças Armadas de responder ao problema de insegurança.

Os ataques ligados à Al-Qaeda e ao grupo extremista Estado Islâmico têm aumentado sucessivamente desde a chegada ao poder de Kaboré , tirando milhares de vidas e forçando o deslocamento de um número estimado pelas Nações Unidas em 1,5 milhão de pessoas.

Os militares também sofrem baixas desde que a violência extremista começou em 2016. Em dezembro último, mais de 50 integrantes das forças de segurança foram mortos na região do Sahel e nove soldados na região centro-norte, em novembro.

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