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Gen Z acredita que o mundo seria melhor com mulheres no comando

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Nascidos a partir da segunda metade da década de 1990 preferem mulheres no comando, segundo estudo realizado pelo Twiiter com base nos dados da plataforma
Redação João Bidu

Nascidos a partir da segunda metade da década de 1990 preferem mulheres no comando, segundo estudo realizado pelo Twiiter com base nos dados da plataforma


Segundo as pessoas da Geração Z que usam o Twitter, a maioria das mulheres deveriam estar em posições de liderança ao redor do mundo. Estudo realizado pelo Twitter no Brasil em 2021 utilizando diversos tipos de dados encontrados nas conversas e também questionários direcionados aos jovens que fazem parte da Geração Z constatou que 60% dos nascidos entre a segunda metade dos anos 1990 e o início dos anos 2010 acreditam que o mundo seria melhor se as mulheres estivessem no comando – número 25% maior se comparado aos Millennials.


Com um olhar muito mais plural do que as gerações anteriores, os chamados Gen Z afirmaram se importar com a diversidade: 67% das pessoas que responderam à pesquisa concordam que deveria haver uma maior aceitação de gênero que vá além de “homem” e “mulher”. Esse número é, por exemplo, quase 20% maior do que o da geração anterior, evidenciando a mudança no pensamento.

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A busca por referências diversas, o abraço às diferenças e o valor visto na autenticidade são definitivos para essa geração. Foi registrado, no ano passado, um aumento de 165%, em comparação com o ano anterior, nas menções a termos de gênero neutro e similares entre pessoas da Geração Z; além de um crescimento de 134% nas menções à negritude e palavras correlatas.

Além disso, o levantamento mostra que essa geração é muito mais aberta que as anteriores quando o assunto é saúde mental, já que metade dos Gen Z no Twitter se identificou como propensa a ter ansiedade. As conversas mais abertas sobre saúde mental já eram tendências antes da pandemia. Com o isolamento, isso se acelerou: no ano passado, foram registrados mais de dois milhões de Tweets de pessoas da geração Z sobre saúde mental no Brasil.

Fonte: IG Mulher

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Merkel escolhe música de ícone punk, para deixar seu cargo após 16 anos

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Angela Merkel deixa seu cargo e escolhe três músicas para sua despedida
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Angela Merkel deixa seu cargo e escolhe três músicas para sua despedida

Angela Merkel está deixando seu cargo de chanceler federal da Alemanha, depois de 16 anos na posição mais importante do país, e nessa ocasião, será realizada na noite desta quinta-feira (2/12) uma cerimônia em sua homenagem.

E como ocorreu com seus antecessores, Merkel escolheu três canções para a banda militar tocar na chamada Großer Zapfenstreich, a cerimônia militar mais importante da Alemanha, que inclui uma procissão de soldados carregando tochas, tocando músicas e marchando.

As músicas escolhidas

O hino cristão do século 18, Großer Gott, wir loben dich (“Santo Deus, Louvamos o Teu Nome”);

A canção popular da cantora alemã Hildegard Knef, Für mich, soll’s rote Rosen regnen (“Devem chover rosas vermelhas para mim”) uma música fortes, com letra com versos como “Eu quero tudo ou nada”.

E a última, que deixou todos surpreendidos, é o sucesso cantado pela roqueira punk Nina Hagen, Du hast den Farbfilm vergessen (“Você esqueceu o filme colorido”).

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Nina Hagen tornou-se um ícone punk da Alemanha Ocidental após a queda do Muro de Berlim.

De acordo com o Deutsche Welle, é uma escolha musical ímpar, pois Merkel raramente refere-se à sua criação na Alemanha Oriental, na cidade de Templin, região de Brandemburgo. Na sua juventude, ela ouviu a canção na qual Hagen reclama com seu namorado por ele ter trazido apenas um filme preto e branco para as suas férias.

Foi um sucesso tão grande na época que muitos que viviam na antiga Alemanha Oriental ainda se lembram da letra, especialmente da famosa frase: “Ninguém irá acreditar em como aqui era lindo”.

Embora não tenha sido censurada pelo governo, a canção foi amplamente interpretada como uma crítica à comunista República Democrática Alemã, onde o filme colorido era uma mercadoria rara.

Fonte: IG Mulher

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