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Deputada de Londres é advertida por levar filho de 3 meses ao Parlamento

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Parlamentar britânica Stella Creasy
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Parlamentar britânica Stella Creasy

A parlamentar britânica Stella Creasy recebeu uma advertência por comparecer à Câmara dos Comuns, na Inglaterra, com seu bebê de apenas três meses – pois ela  amamenta. O caso levantou, novamente, discussões sobre os direitos dos parlamentares ao redor do país. 

A advertência se tornou pública pela rede social da própria parlamentar, que compartilhou o e-mail recebido no Twitter. Na mensagem está escrito que Creasy não pode mais comparecer “com uma criança”. Ela escreveu: “Aparentemente o Parlamento escreveu uma lei que diz que eu não posso levar meu comportado, 3 meses de idade, bebê dorminhoco enquanto eu falo na câmara (ainda não tem nenhuma regra sobre o uso de máscaras, aliás). As mães na mãe de todos os parlamentos não devem ser vistas ou ouvidas, ao que parece….”

No e-mail enviado pelo secretário particular do presidente das formas e meios, diz que ela violou o parágrafo 42 das regras de comportamento e educação da Câmara dos Comuns. Também é falado que a questão está aberta ao debate e pergunta se ela quer discutir isso futuramente.


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A aparição aconteceu em setembro deste ano, quando Stella foi até à Câmara para exigir do presidente, Jacob Rees-Mogg, que as mães fossem apoiadas em vez de repreendidas quando retornassem ao Parlamento, pois elas não têm direito a uma real licença-maternidade.

Somente em fevereiro as Ministras do Reino Unido conseguiram o direito a seis meses de licença-maternidade remunerada e substituição. Antes disso, o único caminho era a renúncia. 

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Já as deputadas – como Creasy – que não são membros do governo não podem ser substituídas. Elas podem votar por procuração desde 2019, quando a parlamentar trabalhista Tulip Siddiq adiou uma cesariana e compareceu à votação em uma cadeira de rodas. 

Questionado sobre o assunto pela BBC, o vice-primeiro-ministro Dominic Raab disse: “Devemos garantir que nossa profissão se enquadre ao século 21 e permita que os pais conciliem trabalho e tempo para a família. A decisão final cabe às autoridades da Câmara”. Em sua opinião, a presença de um bebê “não a impedia,” a título pessoal, “de fazer (o seu) trabalho”.

Fonte: IG Mulher

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Merkel escolhe música de ícone punk, para deixar seu cargo após 16 anos

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Angela Merkel deixa seu cargo e escolhe três músicas para sua despedida
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Angela Merkel deixa seu cargo e escolhe três músicas para sua despedida

Angela Merkel está deixando seu cargo de chanceler federal da Alemanha, depois de 16 anos na posição mais importante do país, e nessa ocasião, será realizada na noite desta quinta-feira (2/12) uma cerimônia em sua homenagem.

E como ocorreu com seus antecessores, Merkel escolheu três canções para a banda militar tocar na chamada Großer Zapfenstreich, a cerimônia militar mais importante da Alemanha, que inclui uma procissão de soldados carregando tochas, tocando músicas e marchando.

As músicas escolhidas

O hino cristão do século 18, Großer Gott, wir loben dich (“Santo Deus, Louvamos o Teu Nome”);

A canção popular da cantora alemã Hildegard Knef, Für mich, soll’s rote Rosen regnen (“Devem chover rosas vermelhas para mim”) uma música fortes, com letra com versos como “Eu quero tudo ou nada”.

E a última, que deixou todos surpreendidos, é o sucesso cantado pela roqueira punk Nina Hagen, Du hast den Farbfilm vergessen (“Você esqueceu o filme colorido”).

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Nina Hagen tornou-se um ícone punk da Alemanha Ocidental após a queda do Muro de Berlim.

De acordo com o Deutsche Welle, é uma escolha musical ímpar, pois Merkel raramente refere-se à sua criação na Alemanha Oriental, na cidade de Templin, região de Brandemburgo. Na sua juventude, ela ouviu a canção na qual Hagen reclama com seu namorado por ele ter trazido apenas um filme preto e branco para as suas férias.

Foi um sucesso tão grande na época que muitos que viviam na antiga Alemanha Oriental ainda se lembram da letra, especialmente da famosa frase: “Ninguém irá acreditar em como aqui era lindo”.

Embora não tenha sido censurada pelo governo, a canção foi amplamente interpretada como uma crítica à comunista República Democrática Alemã, onde o filme colorido era uma mercadoria rara.

Fonte: IG Mulher

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