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Resultados da primeira etapa do programa Solo Vivo serão apresentados na segunda-feira (8)

Lançado pelo governo federal como projeto piloto em Mato Grosso, o programa Solo Vivo é uma iniciativa do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em parceria com o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) e a Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar do Estado de Mato Grosso (Fetagri-MT) com foco na recuperação de áreas degradadas para aumento da produtividade e promoção da segurança alimentar e desenvolvimento social no campo. Ao longo de quase um ano, a iniciativa contemplou assentamentos de todas as regiões do estado e se expandiu para o país com ações no Amapá e São Paulo.

Diante da importância do programa como uma política pública estruturante do governo federal, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos e Fávaro, e o reitor do IFMT, Julio César dos Santos, realizam a solenidade de apresentação dos resultados do programa Solo Vivo na segunda-feira (8), com programação a partir das 8h, no campus do IFMT de Campo Novo do Parecis.

Em 2025, foram coletadas e analisadas 1.620 amostras de solo e 5.860 hectares foram beneficiados com as ações orientadas pelo Programa Solo Vivo, atendendo a 685 famílias em Mato Grosso.

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Além da apresentação dos resultados, o ministro realiza uma visita técnica ao Laboratório de Análise de Solos do IFMT e participa do lançamento da Revista Digoreste – Edição Especial Solo Vivo, que traz conteúdos voltados às ações desenvolvidas, às experiências em campo e às perspectivas para o fortalecimento da agricultura familiar em Mato Grosso.

Serviço

Apresentação dos resultados da primeira etapa do programa Solo Vivo

Quando: Segunda-feira, 8 de dezembro
Onde: IFMT Campus Campo Novo do Parecis – MT-235, Km 12

Programação:
8h – Recepção
8h30 – Visita ao Laboratório de Análise de Solos do IFMT Campus Campo Novo do Parecis
9h30 – Solenidade de apresentação dos resultados obtidos pelo IFMT no Programa Solo Vivo e Lançamento da Revista Digoreste – Edição Especial Solo Vivo

Informação à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIO

Levantamento indica que a produção deve somar 332,7 milhões de toneladas

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), indica que a produção nacional de grãos, cereais e leguminosas deve somar 332,7 milhões de toneladas, queda de 3,7% em relação à safra de 2025, que alcançou 345,6 milhões de toneladas.

A retração prevista está concentrada em culturas com forte impacto sobre a logística agrícola, como milho, trigo, arroz, sorgo e algodão. A soja, principal commodity do país, aparece como exceção, com projeção de crescimento de 1,1%, o que ajuda a atenuar os efeitos da redução total sobre o escoamento da produção.

Mesmo com o recuo, o volume projetado mantém o Brasil em um patamar historicamente elevado de produção, o que preserva a relevância do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) no escoamento da safra. A avaliação do setor é que a comparação com 2025, um ano atípico, distorce a leitura isolada dos números e exige análise mais estrutural do comportamento logístico.

Além do volume transportado, o impacto da safra sobre o TRC está relacionado à dinâmica de armazenagem, redistribuição de estoques e exportação. Em alguns casos, uma produção menor pode exigir maior eficiência operacional, com reorganização de rotas, melhor uso da frota e integração mais intensa entre produtores, cooperativas e transportadoras.

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No Norte do Paraná, região estratégica para o fluxo de grãos, a expectativa é de adaptação, e não de retração logística. A área, que tem Londrina como um de seus principais polos, conecta zonas produtoras a corredores rodoviários relevantes e aos principais mercados consumidores e portos do país. Essa posição geográfica tende a amortecer oscilações pontuais da produção.

A logística regional já opera com planejamento sazonal, o que permite ajustes de frota e redistribuição de cargas conforme a variação da safra. Além disso, a diversificação da matriz transportada reduz a dependência exclusiva dos grãos, contribuindo para maior estabilidade do setor ao longo do ano.

A avaliação do setor é que o desempenho logístico em 2026 dependerá menos do volume absoluto da safra e mais da capacidade de antecipação e coordenação entre os agentes da cadeia. Planejamento, troca de informações e investimentos em infraestrutura seguem como fatores determinantes para manter a eficiência do escoamento agrícola, mesmo em um cenário de leve retração produtiva.

Fonte: Pensar Agro

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