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O Boletim do Suíno de dezembro está disponível no site!

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Cepea, 13/01/2022 – Nesta edição, confira: 

Mercado em dezembro
Após melhora nas vendas tanto do suíno vivo quanto da carne no final de novembro, as negociações do animal voltaram a ser pressionadas pela menor liquidez na maioria das regiões em dezembro. De acordo com colaboradores do Cepea, a oferta de animais para abate no mercado independente ficou acima da demanda por novos lotes, devido à baixa liquidez da carne no mercado interno. Leia mais. 

Preços e exportações

As exportações brasileiras de carne suína encerraram 2021 em volumes elevados, mesmo diante do recuo dos envios à China, o maior parceiro comercial do setor suinícola nacional. A quantidade embarcada pelo Brasil em dezembro, inclusive, foi a maior da história para esse mês. Leia mais. 

Relação de troca e insumos

As quedas nas cotações do suíno vivo e a alta nos preços dos principais insumos da atividade, milho e farelo de soja, reduziram o poder de compra de suinocultores paulistas e catarinenses em dezembro. Leia mais. 

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Carnes concorrentes

O leve aumento no preço da carne suína no mercado interno e a valorização mais intensa da carne bovina resultaram em aumento da competitividade da proteína suinícola em dezembro. Na comparação com o frango, porém, o cenário foi de perda de competitividade para a carne suína, tendo em vista o forte recuo nos preços do frango.Leia mais. 

Fonte: CEPEA

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Primeiro curso de Classificação de Grãos é realizado pelo Senar em Marianópolis

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O Senar concluiu o primeiro curso de “Trabalhador em Classificação de Grãos – Soja e Milho”, iniciando a série de capacitações e treinamentos que serão realizados pela entidade ao longo no ano no Tocantins. No município de Marianópolis a turma contou com 15 alunos que já estão aptos para atuar no setor. “É um mercado em franca expansão que está gerando muitas oportunidades”, destacou o presidente do Sindicato Rural, Darci Dário.

A região do Vale do Araguaia é considerada a nova fronteira da produção agrícola do Tocantins. Muitas propriedades rurais da região foram adquiridas para o cultivo de grãos ou simplesmente trocaram as tradicionais áreas de pastagem por lavouras de soja e milho. Por conta disso, o investimento em armazenamento de grãos é cada vez maior. Empresas, como a Armazém Fortes onde foram realizadas atividades práticas do curso, estão em pleno funcionamento, mas também há muitas plantas em construção.

O aluno Moises Gomes mora no Tocantins há três anos e desde sua chegada começou a trabalhar com classificação de grãos em uma fazenda da região, mas a atividade foi aprendida no dia a dia. “Eu sentia a necessidade de fazer um curso para me capacitar e já fazia um tempo que estava atrás. Consegui identificar alguns erros que vão me ajudar no trabalho, como por exemplo, na hora de tirar as impurezas, porque usando a mão em vez da pinça pode interferir na umidade do produto”, afirmou.

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Quem também aposta neste segmento para iniciar 2022 com novos desafios é o aluno Márcio Santos, para ele é uma área importante na empresa, inclusive para evitar prejuízos. “Nosso trabalho vai ajudar o produtor a identificar quanto vai ganhar ou perder com as cargas e até mesmo se vale a pena armazenar naquelas condições”, pontuou. No curso, os alunos estudaram as técnicas de classificação de grãos (soja e milho), e também tiveram disciplinas que trataram de meio ambiente, aquisição e descarte dos agrotóxicos, saúde no trabalho, segurança e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e outras.

O curso teve duração de uma semana e foi fruto de parceria do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Sindicato Rural e Prefeitura de Marianópolis.

Fonte: CNA Brasil

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